De acordo com um estudo feito pela consultoria norte-americana Boston Consulting Group, cerca de 25% dos empregos serão substituídos por softwares ou robôs. Na Inglaterra, a Universidade de Oxford indica que esse percentual aumenta para 35% o índice de risco dos atuais empregos desaparecerem pela automatização dentro das próximas duas décadas.

Segundo o estudo, os empregos com tendência a serem os mais ameaçados são:

Motoristas de táxis

Esse é um tema bem próximo da realidade brasileira, já que a categoria dos taxistas protestou em várias cidades contra o aplicativo Uber (o aplicativo de carona paga). Além dessa preocupação, os fabricantes de veículos e até o #Google estão buscando uma maneira de oferecer um serviço em que seja desnecessária a figura do motorista.

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Até o fim do ano de 2015, o governo britânico permitirá a implantação de módulos de táxi automatizados na cidade de Milton Keynes para disponibilizar corridas pela cidade. O estágio desse projeto está na atualização das placas de sinalização de trânsito. Qual o motivo? Otimizar o funcionamento dos táxis sem motorista.

Operários de fábrica 

Algumas empresas com o conceito de operação exclusiva por robôs já estão sendo construídas na China. A primeira fábrica desse tipo localiza-se na cidade de Dongguan, um polo operário chinês, onde 505 empresas investem mais ou menos o valor R$ 2,6 bilhões para aquisição de máquinas e robôs. Assim, espera-se substituir mais de 30 mil operários. O dado é do Escritório de Tecnologia de Informação e Economia de Dongguan.

Jornalistas 

Você deve estar pensando: como isso é possível se uma matéria depende da escrita e do pensamento humano? Algumas companhias andam oferecendo programas de computador aptos para coletar dados e aprimorá-los com o intuito de criar textos num padrão mínimo de entendimento, coesão e coerência.

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Conforme uma estimativa - talvez daqui a 15 anos - 90% das notícias terão como autores as máquinas. Não as mãos humanas. Alguns especialistas afirmam que se esta tendência for massificada, será preciso que os jornalistas aumentem seu campo de atuação.

Médicos 

Até profissões tradicionais estão na mira dos robôs: eles já são capazes de efetuar análises de dados a fim de descobrir tratamentos para doenças. Atualmente, de uma certa forma, a robótica auxilia os médicos nos procedimentos de cirurgia.  Próximo da realidade brasileira. Um argumento para que os profissionais de uniforme branco sejam cada vez menos vistos é a velocidade no desempenho das máquinas: elas podem costurar vasos sanguíneos mais rápido do que o homem, por exemplo. “Dificilmente os médicos vão ceder o controle do tratamento dos seus pacientes às máquinas”, afirmou o cientista Jerry Kaplan.

Barman 

O Instituto de Tecnologia de Massachussets, nos Estados Unidos, desenvolveu uma máquina que acolhe os pedidos de bebidas dos clientes por meio de um tablet.

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Caso eles não se satisfaçam com o menu apresentado, os clientes têm a liberdade de criar o seu próprio coquetel. Como assim? O braço do robô faz o drinque, misturando os ingredientes e colocando num copo de plástico. No entanto, o toque e aquele “algo mais” que o barman possui deixam uma atmosfera mais charmosa, sutil e encantadora. Coisa que o robô não contempla. #Trabalho #Tendências