Você está feliz com o seu emprego, desempenha funções das quais gosta, o seu chefe é um parceiro ou um “inimigo”? São algumas das perguntas que muitos hoje buscam responder, às vezes com negativas a maioria dos questionamentos, o que é ruim, pois isto indica que a produtividade das empresas nas quais esses funcionários atuam, está a dever. Porém, se a pessoa trabalhasse em alguma empresa controloda por Kazuo Inamori, provavelmente responderia sim a maioria das perguntas envolvendo felicidade no ambiente de #Trabalho.

Inamori com 83 anos, além de ser um empreendedor e especialista em gestão de pessoas é também um monge budista e talvez seja por isto, que ele valoriza a alegria dos seus funcionários e não necessariamente, investe nos acionistas que injetam dinheiro nas empresas.

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A mega empresa de eletrônicos Kyocera Corp. há mais de 50 anos atrás foi dirigida por Kazuo; ele também criou a operadora de telefonia KDDI Corp, que está orçada em US$ 64 bilhões e por fim, resgatou a empresa de aviação do Japão, Japan Airlines Co. do pedido de falência.

Muitas organizações japonesas não crêem no conjunto de estratégias propostas pelo 1.º ministro Shinzo Abe, que defende maior dedicação aos acionistas. Entretanto, isto não acontece com Inamori, que objetiva transformar valores, crenças e mentalidade dos colaboradores no que diz respeito à relação que nutrem com suas empresas.

Inamori chegou ao ponto de imprimir para cada funcionário um livreto de filosofias que demonstrava que as empresas estavam preocupadas com o desenvolvimento deles. “Quer comer ovos, cuide bem das galinhas, pois se você judiá-las ou até matá-las, nada vai dar certo”, relatou o guru da gestão em pessoas.

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Certou ou não, o japonês conseguiu que a KDDI e a Kyocera juntas detenham cerca de 82 bilhões de dólares em valor de mercado. O mesmo se deu com a Japan Airlines em 2010, já que em 2011, a empresa apresentou novamente lucros e em 2012, ela estava com ações na bolsa de Tóquio.

Humildade e fazer o que é verdadeiramente correto se constituem princípios budistas propagados por Kazuo Inamori, gerando o orgulho dos funcionários no maior empenho para o sucesso. Entretanto o CEO japonês tem técnicas mais agressivas, como um complexo denominado “administração ameba”, fracionando os empregados em pequenas unidades de trabalho com seus próprios planos e controlando a eficiência hora a hora da cadeia produtiva.

“As empresas de fato são propriedades dos acionistas, mas centenas ou até milhares de funcionários também se encontram envolvidos e participando. As galinhas necessitam estar saudáveis”, pronunciou Inamori. #Desemprego #Comportamento