A virada do ano traz um conjunto de desejos e esperanças que sempre são pronunciados pela mídia, mas esse ano tem um significado muito mais especial: muito dinheiro, amor e paz. A paz no ambiente político é o item que mais pode alterar o destino do país. O ano de 2015 foi marcado por uma guerra de poder sem sentido, onde políticos de pouca representatividade do povo passaram o tempo todo como crianças birrentas que apelam para o mesmo brinquedo, enquanto os pais (os habitantes do país) ficam sem saber o que fazer. Será que os adolescentes vão ter que ficar novamente atrapalhando o trânsito paulista para dizer que o político não vive a realidade da escola e que ela está pedindo socorro, mas não o fechamento das poucas unidades que existem?

A natureza pede mais amor

Mais amor ao próximo, pois os desastres ecológicos ainda não acabaram e podem até piorar, a menos que medidas radicais sejam tomadas.

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Não é preciso citar as inundações do sul e do sudeste, ou o desastre de Mariana, ou ainda a crise hídrica que colocou em cheque a maior cidade do país, São Paulo. O reflorestamento de periferias, a criação de mais áreas verdes para fins de lazer e de permeabilidade do solo urbano nas grandes e médias cidades são as receitas para uma melhoria do tempo que ameaça o país que nunca teve tornados ou terremotos. A solidariedade brasileira foi grande, mas muito material foi desviado e ninguém sabe exatamente porque alguns barracões ou terrenos vazios aparecem com material escolar, remédios com prazos vencidos e doações.

Menos impostos e mais eficiência pública

Muito dinheiro está por vir, mas depende do uso correto dele. O impostômetro acusou ultrapassar a arrecadação superior a dois trilhões de reais em 2015, que deve aumentar com o aumento do salário mínimo acima da inflação.

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As olimpíadas devem injetar um grande volume de dólares de turistas, assim como os shows de bandas internacionais como Iron Maiden, Rolling Stones, ColdPlay, entre outros. A cotação do dólar deve favorecer o turismo interno, mas a infra-estrutura turísticas e a segurança dos patrimônios históricos ainda deixam a desejar. Um país que tem tantos pontos turísticos é de estranhar que a população ainda seja monolíngüe. O inglês ensinado nas escolas mal serve para o “the book is on the table” (o livro está na mesa – do ensino arcaico), quando poderia gerar milhares de empregos nas principais capitais. O #Governo não explica porque o lojista não pode receber em dólar do turista estrangeiro, mas os produtos brasileiros podem e estão dolarizados.

Mais festas e menos corrupção

As festas de mudança de ano estão mais enxutas, menos dinheiro público. O que é adequado, pois os impostos não deveriam ser queimados em fogos de artifício, já que é a empresa privada que lucra com os “réveillons” regados a espumantes e bandas musicais.

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A esperança, entretanto, está maior e com mais aspirações: a de um ano que o Brasil cresça economicamente, que a população sofra menos e que a pobreza continue sendo reduzida. Assim, quando estourar o espumante hoje, deseje que a corrupção diminua; que as salas de aula tenham menos de 25 alunos por turma e que a chuva lave a dengue para fora do país.

Feliz 2016 e que a vida ressurja das cinzas de 2015. #Imposto de Renda #Crise no Brasil