Atualmente, observa-se as nações assoladas com questões de terrorismo, disputas econômicas com busca por maiores mercados consumidores e o aumento da violência nas cidades. A violência é controlada parcialmente ou por completo em alguns países, já, em outros, a questão é plausível de extremas opiniões.

O porte de arma surge como opção em meio às inúmeras propostas e sua efetivação não é algo tão simples como parece.

Há países, como os EUA, que possuem o porte de arma liberado, mas a questão nessa grande nação é diferente do comum entre as demais nações. No país, há o federalismo e cada estado possui autonomia para legislar.

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Com isso, há regiões em que o porte é liberado e outras em que o porte é algo que possui restrição branda.

A questão principal é o fato de que a violência aumentou drasticamente, ocorrendo mais mortes à tiros entre cidadãos comuns, do que por ataques terroristas. Além disso, é possível relatar que há mais mortes de crianças no país em relação aos anos anteriores, quando o porte era algo não liberado e regulamentado.

No Japão, uma nação evoluída em todos os aspectos e considerado um dos países mais pacíficos do mundo, possui o porte de arma proibido. Em função disso, a taxa de mortalidade por homicídios com manuseio de arma de fogo é de 0,3 a cada 100 mil habitantes. 

Em contrapartida, há a Suíça, onde o porte é liberado e os reservistas do exército guardam suas armas em casa. No país, a violência é mínima, algo que mostra uma influência cultural presente na ação dos cidadãos.

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A realidade mostra que o porte de arma é algo que prejudica a sociedade, e sua liberação no Brasil acarretaria sérias consequências, como o aumento da criminalidade e mais homicídios com arma de fogo. Por conseguinte, percebe-se que a questão é controversa, já que há influência da cultura da nação em cada decisão por parte do poder competente.

Algo como o porte de arma, dotado de possíveis caminhos para o aumento da violência na sociedade, se for liberado, deve possuir uma fiscalização branda e eficaz. #Governo #Legislação #Opinião