A afirmação da presidente, justificando o retorno da cobrança do imposto de movimentações financeiras, o famoso CPMF, é um caso de filme rebobinado. Muito antes, quando o PT era apenas um partidinho em ascensão, a CPMF veio com a justificativa de por os gastos da saúde em dia. Foi durante a gestão de Adib Jatene, ministro da saúde, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.

Nesta ocasião, o partidão e seus correligionários bradaram firme e forte contra a criação do imposto pelo governo, com fartas pedras, como sempre foi o costume deste partido.

Já se passaram 20 anos e muitos já se esqueceram, agora o partido das pedras na mão está no governo, com lama até o pescoço, sem capacidade de controlar seus gastos, e vem lançar mão do imposto que sempre criticou.

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Esse governo não surpreende mais, conseguiu o quase impossível ao colocar o país no caos econômico e no penúltimo lugar da economia dos países latino-americanos, com crescimento negativo de 3,0% no PIB de 2015, e tornando-se apenas menos incompetente que a Venezuela.

O que o governo pretende fazer com os cartões corporativos ilimitados? E com o avião que carrega o filhos de Gepeto para dentro e fora do país? Isso sem falar dos passeios de parlamentares por conta do uso de aviões da FAB, sempre divulgados pela mídia.

Quando o orçamento cede, por conta da recessão econômica criada pelo governo, este lança mão de cortes na educação, e atrasa repasses de verbas a hospitais públicos. Tudo para criar o caos e impor o MEDO, como uma forma de justificativa para lançar mão de mais um imposto.

O que está sendo feito com os royalties da exploração do petróleo? A lei previu que 75% dos royalties do petróleo seriam destinados a educação e os 25% restantes usados na saúde.

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A presidente, de caneta em punho, sancionou a lei sem vetos. Esta notícia foi divulgada em 9 de setembro de 2013.

Em vez de retornar o imposto, o governo deveria tirar recursos do mesmo fundo com o qual quitou as pedaladas, uma conta de R$ 72,4 bilhões.

O maior legado que este governo pode dar ao povo brasileiro é fazer as malas e retornar para casa. #Opinião #Dilma Rousseff #Crise econômica