O Brasil só volta a crescer quando houver oferta abundante de energia. A energia alternativa é uma forma de energia que não utiliza as principais fontes geradas e transmitidas pelo governo, geralmente de origem mineral como o petróleo e da hidrelétrica, podendo garantir uma boa diferença no custo familiar ao reduzir o consumo. A energia tradicional tem uma tributação que ultrapassa os 30%, além de estar sujeita a aumentos não compatíveis com o aumento de salário. A energia tradicional é muito usada para locomoção, pelo uso de ônibus, carros e motocicletas, ou para transformar em outras formas de energia, como o uso em refrigeração e ventilação, convertendo a energia elétrica em térmica.

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Energia alternativa está mais barata que pré-sal

A energia alternativa tem sido vendida como não eficaz ou intermitente, com isso aumentando o nível de incertezas e de desinvestimento. Contudo, algumas fontes dela serem muito antigas, como o uso de biodigestores utilizados na antiga China e na Índia, adequados para decompor o esgoto, gerando adubo e gás metano para uso caseiro. O uso de ventos é ainda bastante incipiente no país, sendo os estados nordestinos os maiores desbravadores dessa forma de energia, enquanto estados como São Paulo e Rio de Janeiro não investem nessas formas, apesar da alta demanda de consumo e das crises hídricas que ocorrem cada vez com uma freqüência maior.

Lobby petrolífero sustenta corrupção e usinas de álcool.

O grande problema brasileiro é o lobby do petróleo que incentiva o uso do combustível fóssil e controla a maior parte das políticas de energia do país, seja pelo controle dos derivados do petróleo e do gás natural, seja pela adesão das usinas de álcool ao controle dos combustíveis.

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A idéia de carros híbridos movidos a eletricidade é cara e desestimulada no país, apesar da alta capacidade de armazenamento de energia eólica em baterias para competir com os combustíveis tradicionais.

O lobby trabalha vendendo a idéia na mídia de que o petróleo é brasileiro, que auto-suficiência está quase alcançada e que o país tem uma grande reserva no pré-sal. Entretanto, o Brasil importa óleo e sempre que a indústria do álcool tem dificuldades, o governo aumenta o preço. A produção de petróleo brasileira nunca alcançou a auto-suficiência e os investimentos para a prospecção tomam como base um petróleo custando acima de US$100 o barril, quando o preço está em constante queda e ultimamente abaixo dos US$35, inviabilizando o investimento e mantendo o preço da gasolina alto, quando no mundo ele cai.

O litoral tem ventos constantes

É de estranhar o porquê do não investimento na construção de parques eólicos ou mesmo de pequenos aero geradores em casas, quando o país tem uma extensão litorânea tão grande.

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A instalação de torres de coleta de energia eólica no mar é uma realidade em países nórdicos. Lá, se aproveita a vantagem de uma grande freqüência dos ventos preferenciais, aumentando o percentual de aproveitamento dessa energia, justamente nos locais que ocorrem a maior demanda, as capitais litorâneas e cidades portuárias, que poderiam colaborar para reduzir o pico de uso de energia. O uso de energia eólica permitiria também resolver outros problemas bastante simples, como o bombeamento de rios distantes para encher os reservatórios de metrópolis, facilitando o uso e tratamento da água. #Inovação #Inflação