Em 2013 um perito do INSS, após analisar a situação mental de uma servidora de Ribeirão Preto, atestou para ela um documento que confirmava que a profissional estava passando por uma grave depressão. Em 2014, outro médico também confirmou a situação e a trabalhadora continuou ganhando o benefício do auxílio-doença. No entanto, recentemente, a mulher foi pega postando fotos felizes em sua rede social onde exibia passeios em cachoeiras com legendas bastante alegres: “Não consigo aguentar tanta felicidade!”, dizia a publicação.

Logo a Procuradoria Seccional Federal, (PSF), localizada em Ribeirão Preto, São Paulo, declarou que a assegurada deixou de demonstrar um quadro que apresente os sintomas proporcionados pela grave depressão, que são caracterizados por demonstrações de fadiga, humor triste e perda de interesse na prática de atividades do cotidiano comum.

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Isso, mais à frente, significou no corte do benefício para a assegurada.

Nas postagens recentes a servidora apresentava um quadro sentimental totalmente contrário do que foi alegado pela PSF. Em suas imagens, a profissional revela bastante alegria e felicidade, inclusive agradecendo a Deus por está atravessando um período tão ‘feliz’ em sua vida: “Não me aguento de tanta felicidade, obrigado meu senhor por tudo isso que esta me oferecendo nesse momento, esse ano está sendo super maravilhoso para mim, isso me faz sentir bastante animada!”, publicou.

Com provas como essas, divulgadas em redes sociais sem nenhum receio de que a #Justiça pudesse fazer alguma coisa, o perito decidiu rever o laudo anterior e tomar algumas medidas com relação à doença que foi detectada há alguns anos atrás nessa profissional. Por outro lado, o Juizado Especial Federal Cível, localizado na cidade de Ribeirão Preto, considerou a necessidade de cortar o auxílio-doença da servidora para sempre, baseado nas provas comprovadas, e tal decisão evitou que a cidadã continuasse recebendo os seus pagamentos mensais sem precisar ir até o seu local de trabalho para exercer a sua função.

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