A famigerada crise econômica no país ficou visível logo após a reeleição da presidente Dilma, no primeiro semestre de 2014. Um dos primeiros alertas foi o aumento da gasolina, preocupando e provocando várias manifestações em todo o país. Especialistas afirmam que os preços não aumentarão tanto neste ano, mas as notícias não são tão animadoras quando se trata de empregos com carteira assinada. Neste momento já existem pelo menos 1 milhão de pessoas que perderam as suas colocações de trabalho.

O administrador de empresas Alberto Valle ressalta que a #Crise tem como a raiz a falta de credibilidade do governo petista. Considera-o não transparente, e ainda destaca, que os intelectuais veem a presidente como uma governante que despende mal o dinheiro público, isso quando o dinheiro não é destinado para os fins petistas.

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"A presidente Dilma é vista pela parte pensante da sociedade como uma pessoa perdulária a qual não se pode deixar qualquer dinheiro na mão, porque ela o gastará mal. Isso, quando estes recursos não são desviados para sustentar o “projeto criminoso de poder” do Lulopetismo, como muito bem dito pelo ministro do STF, Gilmar Mendes", destacou o especialista.

E ainda diz que tal conjuntura é fator de perigo para futuras convulsões sociais nos meses que seguem após o Carnaval, pois quem estava recebendo o seguro desemprego vai parar de receber e não vai conseguir outro emprego, os preços ainda vão aumentar um pouco mais e várias famílias ficaram sem ter condições de prover as suas necessidades mais básicas como o alimento. Não bastando esses dados, com bases em suas pesquisas, o economista Carlos Góes prevê que 2,4 milhões de empregos sejam perdidos até o fim de 2016.

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E ainda completa "provavelmente se tornará a pior crise desde os anos 1980", quando houveram várias manifestações muitas vezes com muita violência e depredação, devido o desespero das pessoas por não conseguirem, ao menos, a alimentação.

Conforme pesquisa feita pela MB Associados citada pelo jornalista Fernando Borges, do Blasting News, o cenário piora muito caso a presidente Dilma permaneça no poder "no entanto, caso o impeachment da líder petista não dê certo, a previsão é que a queda econômica seja de 4,1% em 2016 e de 1% em 2017, perigando cair também em 2018", concluiu o jornalista. A conjuntura que vive o nosso país preocupa, não queremos uma nova hiperinflação ou mais um ano de queda do número de empregos, alta de preços e pessoas desesperadas fazendo manifestações nas ruas, antes o Brasil, como Nação, deve repensar o seu futuro e fazer o que for preciso para não que caiamos, por definitivo, no fundo do poço!  #Corrupção #Crise no Brasil