Não é novidade que milhões de brasileiros precisam encaixar suas despesas no salário mínimo. Mas nos últimos anos essa situação tem se agravado com a crise politica e econômica estabelecida no país.

Diariamente as notícias de redução de produtividade, desemprego em massa e falência fazem com que o número de pessoas com problemas financeiros seja cada vez maior. Claro que existem aqueles “intocáveis” que não são abalados pela crise ou que até se beneficiam dela, mas falemos das pessoas normais, que precisam se preocupar com contas básicas, como aluguel, água, luz e telefone. Essas pessoas estão perdendo a renda familiar, deixando de ter qualidade de vida ou mesmo se endividando.

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No meio disso tudo a posição do sistema político-administrativo é de que é necessário aumentar os impostos, visto que todos devem ajudar o país. Isso mesmo, nada de investimento no crescimento econômico e geração de empregos, apenas o povo, mais uma vez, pagando a conta. A diferença é que agora não se sabe de onde tirar o dinheiro com o aumento crescente do número de desempregados.

Mas ser brasileiro é não desistir nunca (mesmo por que sair do Brasil não é tão simples), então é necessário o famoso “jeitinho brasileiro” para ser criativo e tentar superar esse período que parece não ter fim.

Inicialmente, é hora de rever as prioridades, verificar a renda atual da família e descartar os gastos que não são essenciais. Algo que deve ser analisado é o uso do automóvel, visto o preço da gasolina (parece que é importada de Marte), o próprio setor já sentiu uma redução no consumo, então se for possível usar transportes alternativos ou públicos, a diferença no orçamento será significativa.

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Economizar, essa é a ordem da vez. Reduzir o consumo de tudo o que for possível como água, energia, telefone, e eliminar gastos desnecessários. Pequenos ajustes fazem uma grande diferença no final do mês. Quanto aos itens básicos, como o supermercado, que tem tomado grande parte da renda familiar, a dica é pesquisar. Muitos estabelecimentos comerciais têm utilizado de promoções para atrair os consumidores, assim os preços ficam melhores e você pode tentar manter seu consumo com preços mais baixos. Ir sem pressa às compras, levar uma lista e pesquisar no máximo de lojas possíveis é viável para economizar.

O controle das finanças é uma atividade recomendada nesse período, manter uma tabela com o controle de ganhos e gastos e administrar melhor o financeiro da família. Esses controles auxiliam pra que as famílias passem por essa fase sem endividamentos.

Ser criativo é fundamental, procurar coisas que sabe e gosta de fazer e tentar trabalhar por conta própria tem sido alternativa nesse período.

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Muitas pessoas estão juntando sua economia após sair do emprego e tentando construir o próprio negócio. Pequenos negócios podem ser a opção certa para famílias que procuram acrescentar a renda e cooperar entre si. Muitos setores estão com menor produtividade, mas ideias criativas podem fazer a diferença. Faça seus produtos ou ofereça seus serviços com qualidade e um melhor preço que o observado na região, tente chegar ao consumidor e atrair sua atenção.

Ainda se possuir algum potencial para investir parece que o momento é bom, com imóveis em promoção, automóveis sobrando nas garagens e muitas pessoas precisando quitar suas dívidas. No mais, parece que o que resta é esperar o furacão passar e desejar que todos tenham um pouco de sorte. #Crise econômica #Crise no Brasil