Comumente se ouve dizer que a educação (boa ou má) vem de berço e cabe à família dar bons exemplos e oferecer aos filhos uma oportunidade de futuro. Quem tem sorte estuda em #Escola tradicional de ensino particular. Porém os filhos nem sempre se comportam como desejam seus pais e da porta para fora de casa muitas surpresas desagradáveis podem acontecer.

Mas pelo visto é bem isso que está acontecendo com um grupo de meninas com idade de 13 a 17 anos que estudam no tradicionalíssimo Colégio Anchieta – um verdadeiro santuário cultural e referencial no ensino privado porto-alegrense que atende desde a Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio.

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Como o próprio nome sugere, a escola é de educação inovadora, fundamentada na tradição Jesuíta, que promova a excelência humana e acadêmica e o desenvolvimento de uma sociedade sustentável. E até por esta razão que esta notícia se torna mais chocante.

"Vai ter shortinho sim!"

 A polêmica é uma carta que lembra a passagem Bíblica  Sodoma e Gomorra  encaminhada  aos coordenadores e diretores do  Anchieta, mas em forma de abaixo assinado que começou a circular nesta terça-feira, dia 23, e ganhou as redes sociais. O teor desta carta é que torna esta notícia mais chocante, pelo menos para as pessoas de bom senso e juízo conservador como sugere os valores defendidos pela escola em questão.

Elaborada por um grupo de alunas do ensino fundamental e médio, a carta exige que o colégio Anchieta libere o uso do shortinho e delegando a elas o direito a se defenderem de assédios, abusos ou estupros e que não é a forma de se vestir que impõe o respeito.

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O manifesto segue. Sustenta que é muito mais nocivo e humilhante quando a aula é interrompida por determinado professor para chamar a atenção do tal shortinho e o correto seria ensinar, sim, os meninos a terem respeito e não olharem para elas como objetos sexuais. O tema está longe de ter um desfecho. A escola não se manifestou e talvez o efeito Sodoma e Gomorra desapareça quando o inverno chegar. #Comunicação #Comportamento