A democracia do Brasil é frágil e muito recente (desde 1988), mas a palavra democracia é antiga como a cultura grega. Na verdade, a palavra democracia não se auto-explica, onde demos do grego significa do povo e cracia (kratos) significa poder. Naquela época o povo a que se referia era apenas a elite, pois o povo mesmo não tinha acesso a educação ou outros privilégios e a palavra indicava que o Estado, a religião e os ricos tinham o mesmo direito de voto no poder. Grécia mantinha outros habitantes estrangeiros como escravos, o que indica a xenofobia da elite pela intervenção externa, característica autocrática que é mantida pelo subemprego e subutilização da mão-de-obra.

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Outra característica interessante era as lutas Greco-romanas, desenvolvida na Grécia antiga e aperfeiçoada pelos romanos, que satisfaziam e distraíam o povo de discussões mais sérias sobre o seu real valor ou poder de influencia no Estado. Com o tempo, as lutas viraram as famosas políticas do pão-e-circo, dessa vez em grandes arenas e também como forma de humilhar os opositores, como se a disputa fosse uma “novela mexicana”, onde atores se revezam no ardil da peça, até influenciando alguns hábitos de quem assiste, mas não mudando o poder e nem as decisões dos dirigentes.

Idiota é o que pensa em si próprio.

Ainda na Grécia, foi cunhada a palavra idiota, significando “pessoa leiga, sem habilidade profissional”, que se tornou pejorativo para representar pessoas burras ou com retardo.

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O termo idiocracia refere-se a possibilidade de um #Governo estúpido, comandado por idiotas que só pensam em si e foi também utilizado em um filme de 2006, cujo título original “Idiocracy”, relata a história de uma hibernação de dois homens em um experimento militar, que ao acordarem 500 anos depois percebem que a sociedade humana tinha se tornado estúpida, aonde valores como força física, beleza estética e pouca inteligência eram valorizados, enquanto modelos de estudiosos e companheiros eram repudiados como valores morais. Nesse ponto a mídia tem um papel fulminante e pode-se notar nas redes de televisão, rádio e de jornais a continua repetição de notícias em vários horários seguidos, evitando uma maior argüição dos fatos ou expansão das ideias e modelos comportamentais. Na verdade se fosse publicado a quem pertence realmente tais redes, seria possível perceber o porquê de canais de comunicação pela internet serem repudiados e tratados como de nível inferior.

A Justiça brasileira torce para um dos lados.

Revisto os dois conceitos acima, percebe-se que os membros da justiça brasileira erraram novamente ao pronunciar em rede de TV, várias notas de auto-defesa, para justificar o seu desempenho.

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Pois bem, onde estavam esses mesmos membros do judiciário quando vários brasileiros foram mortos, congresso deposto e universitários perseguidos pela ditadura militar (ou o Demos do Brasil) nas décadas de 60 e 70, perdurando até meados da década de 80. Mesmo o povo que grita pela volta dos militares, teria ele sobrevivido naquela época? Ou seria a idiotia presente de pensar no passado como algo que era mais fácil do que a complexidade reinante de hoje? Nem os idosos aceitam mais o tempo passado, quando eles eram considerados inválidos e um transtorno à família, preferindo ter sua própria navegabilidade, se liberando do ônus da família que ainda padece um dia-a-dia que promete um progresso em um futuro que nunca chega... e nunca pode chegar... #Dilma Rousseff #Impeachment