Em resultado do encolhimento da economia, qualidade de vida brasileira consequentemente cai, acarretando problemas para o país.

Em 2015 houve uma queda do PIB de 3,8%, segundo o IBGE, isso graças a algumas escolhas erradas da presidente Dilma Rousseff, entre outros fatores. Junto a ele caiu também a qualidade de vida. A posição do Brasil caiu no ranking global do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) que entre 188 países o Brasil ficou colocado em 75ª, diferente do ranking anterior, que estava em 74ª colocação, único país do Brics a cair posição.

 O IDH engloba indicadores de expectativas de vida ao nascer, escolaridade e renda per capita, variando de 0 a 1, e quanto mais perto do 1, maior a qualidade de vida.

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A renda per capita do brasileiro recuou 0,73%, em 2013 baixou de US$ 15.288 para US$ 15.175 em 2014. Com isso, o mercado de trabalho só tende a piorar, causando desemprego e uma futura diminuição no salário.

A economia pode ser comparada a um dominó: depende de todas as peças e se uma estiver com defeito a queda será prevista. Essa instabilidade pode ser encontrada na falta de confiança no país, sendo a primeira peça a cair dos investimentos, por esta falta de confiança e por não saber se dará certo seu investimento nesse país, caindo a compra de máquinas e equipamentos. Outra peça foi o consumo menor das famílias por causa dos juros e inflações, deixando então de consumir, despencando produções industriais, e muitos outros serviços que dependem do consumo. Com isso vem o desemprego, diminuindo mais ainda os gastos, e as compras, e mais uma vez cai o consumo.

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Tudo isso causa uma diminuição na qualidade de vida, pelo fato do dinheiro ser pouco no bolso do brasileiro e as instituições públicas também são afetadas, causando uma redução na boa saúde, diminuindo o número de médicos e de hospitais, podendo também ter números menores de medicamentos, causando super lotações. Na boa educação, pode diminuir a renda de professores, verbas para escolas e uma redução de materiais didáticos. #Inflação