O mestre de obras Adair Moraes foi encontrado com vida após 10 dias de seu desaparecimento. Segundo informou a família, o morador de Joinville no Estado de Santa Catarina saiu do seu local de trabalho para ir almoçar e desde então não foi mais visto. Como Adair tinha um comportamento cristão exemplar, os membros da família estranharam seu desaparecimento, já que o fiel da Congregação Cristã no Brasil, há mais de vinte anos, nunca teve histórico de envolvimento com drogas ou com bebidas alcoólicas.

De acordo informações divulgadas por familiares e publicadas no Jornal A Notícia de Joinville, ainda não é possível compreender o que houve de fato com Adair, que foi encontrado muito debilitado e machucado de tanto andar.

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Acredita-se que uma forte depressão, motivada pela necessidade de melhores condições de trabalho, tenha sido o motivo que o levou voluntariamente ao desaparecimento. 

Adair é morador do jardim Paraíso e tinha sido visto pela última vez no Jardim Vila Nova. Informações de moradores que o teriam visto na rodoviária de Joinville reacenderam a esperança da família de encontrá-lo com vida. 

Milagre

Equipes tanto da polícia civil quanto da polícia militar receberam chamadas com informações de que Adair já estaria morto, porém nada foi confirmado na ocasião. O desaparecimento foi investigado pela Divisão de Investigação Criminal da Polícia Civil de Joinville, que cogitou a possibilidade de latrocínio, já que no fatídico dia o desaparecido havia recebido certa quantia em dinheiro. O disque denúncia foi colocado à disposição da sociedade para uma eventual denúncia ou informação relevante. 

A mãe do desaparecido, dona Inês Moraes, de 63 anos, em entrevista ao jornal local A Notícia, manifestou sua fé de que o filho estaria vivo e de que tudo não devia passar de um surto momentâneo e que seria resolvido em pouco tempo. 

Para familiares e amigos, encontrar Adair com vida foi um exemplo vivo da manifestação do poder de Deus, afinal, em grande parte dos casos de desaparecimentos no Brasil o desfecho é quase sempre trágico.  #Igreja