Quem de nós já não viu, presenciou ou até mesmo teve que dar uma “aliviada” porque a bexiga reclama o seu esvaziamento? Muitos irão reclamar que é uma situação de emergência ou porque não há banheiro perto de onde se está.

O intuito dessa matéria não é promover o “politicamente correto”, mas alertar de que manter a desculpa para certos hábitos está com os dias contados. Ou a evocação de que seu pai, seu avô ou seus antepassados faziam isso ainda é permitida?

Vejamos então dois casos (para fazer uma pequena amostragem) em que urinar no patrimônio público não compensa e pode custar caro ao seu bolso. Isso é o de menos. Mas como ficaria sua educação? O quanto se valoriza o que é público?

A título meramente ilustrativo, só no Pré-Carnaval de 2016, enquanto muitos blocos e seus seguidores desfilavam e esbanjavam alegria e descontração, outros trabalhavam como autoridades do município a fim de zelar pela ordem e limpeza nas ruas.

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Conforme dados divulgados no Estado de São Paulo, os desfiles dos blocos “Desliga da Justiça” e “Santa Neném” tiveram o total de 65 pessoas multadas por urinar em vias públicas. Dentro desse total, 12 são mulheres. Isso mesmo. E se você pensa que só brasileiro tem essa mania, ligeiro engano. Foram apanhados um peruano, um português e uma alemã.

No Pré-Carnaval carioca, outro turista português foi flagrado com esse tipo de “costume” e multado em 115 euros.

O jornal português que deu destaque a essa notícia fala em prevaricação: esta palavra nada mais é do que fazer uma transgressão à moral ou aos bons costumes. Causar prejuízos por proceder mal. Na #Legislação brasileira, prevaricar está previsto no Código Penal e o indivíduo que a comete pode ir para a cadeia.

URINA INTERNACIONAL

Estarrecido ao ler que mulheres e estrangeiros fazem isso por aqui? Pois veja que a situação vai mais longe na Holanda.

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Até mesmo paíse de “primeiro mundo” não fogem desse tipo de problema. E para completar, nem a “Casa de Deus” está livre de ser alvo dos urinadores. Vamos ao relato:

Uma #Igreja do século XV, situada na cidade holandesa de Meppel, está experimentando um novo tipo de pintura em suas paredes e fachadas. O motivo é que a construção está “se defendendo” de pessoas que recorridamente urinam por ali.

“As pessoas que estão embriagadas ou que estão simplesmente vagando pela rua (para buscar um banheiro) não se dão conta do quão desagradável é urinar contra uma parede alheia”, declarou Eduard Annen, conselheiro de Meppel. Ele promove uma campanha contra o ato de urinar em público.

A providência tomada de utilizar uma pintura que impeça ou amenize os efeitos da urina  é uma forma de evitar que as substâncias ácidas encontradas nela penetrem e danifiquem os azulejos e ladrilhos originais da igreja. Assim como os maus odores que provoca. #Comportamento