Muitos donos de empresas do setor turístico e funcionários deste segmento perdiam noites de sono sabendo-se das consequências do impacto negativo do imposto de 25% sobre viagens, que incide nas remessas ao exterior para fins de #Turismo. A cobrança passou a valer em 1º de janeiro. Imposto valido para quem comprar  pacotes de viagem ao exterior. Vale para reserva de hotéis, passagens aéreas e demais serviços turísticos. O tributo também incide sobre gastos com intercâmbio, onde ficaria mais caro estudar no exterior.

Enfim, o esforço coletivo da categoria para a redução do IRRF sobre este imposto trouxe um resultado extremamente positivo.

Publicidade
Publicidade

O temido imposto foi reduzido nesta terça-feira(1º) para 6% (6,38% com encargos, mesma taxa do cartão de crédito). O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, divulgou  nesta noite a notícia no Twitter (Ministério do Turismo).

As entidades Abav, Braztoa e Clia Abremar, juntamente com o grande articulador, o ministro do Turismo, Sr. Henrique Alves, conseguiram a grande notícia para o setor do turismo. A presidente #Dilma Rousseff, em Brasília, assinou a medida provisória. A MP 693, aprovada na Câmara, não precisará mais incluir o texto sobre Turismo. Lembrando que a medida é provisória e precisará virar lei, via o  votação no Congresso Nacional

Depois desta maravilhosa notícia, destaca-se a força e o esforço do setor, que já sofria dificuldades com a elevação das cotações das moedas estrangeiras frente ao Real, principalmente o Dólar, e também a crise econômica que todos os setores enfrentam no Brasil.

Publicidade

O imposto de 25% atingia os empresários e os funcionários do turismo em todo o Brasil, todos preocupados principalmente com o encarecimento dos pacotes turísticos, diminuindo a venda dos mesmos, que com certeza aumentaria o desemprego no setor. 

Apesar de ser uma medida provisória, é uma esperança e uma oportunidade para os brasileiros não desistirem de viajar para exterior e dos funcionários no turismo não precisarem mudar de profissão.  #Crise no Brasil