De médico e de louco, todo mundo tem um pouco. O bordão foi tornado famoso por um filme de Howard Zieff, protagonizado por Michael Keaton. Há situações em que a veia do desvario prevalece, nestas situações podem surgir em nossa vida, pessoas que são propriamente chamadas de iconoclastas. O termo foi inicialmente indicado para pessoas que destruiam imagens religiosas. Ele teve seu uso ampliado para pessoas que destroem qualquer tipo de ícone. Em contraposição os iconófilos se levantam. Nos extremos, nos quais qualquer razão deixa de ser considerada como tal, para se demonstrar como vazão de frustração, as pessoas “normais” que circulam entre estes dois extremos devem tomar cuidado.

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Como identificar um iconoclasta digital?

A iconoclastia fecha qualquer espírito crítico. Assim se torna fácil identificar um potencial candidato a tal posto nas pessoas que se recusam a aceitar qualquer posição contrária ao seu pensamento. O pior é quando estas pessoas não ficam apenas na detração, mas passam para uma descabida ação destrutiva. As redes sociais, a par de todos os benefícios que podem ser relacionados, se presta de forma gratuita a que pessoas com esta característica efetivem ações totalmente injustificadas.

“Trollar” uma pessoa representa não apenas um neologismo linguístico, mas pode se transformar na criação de situações perigosas que se iniciam com atos de zoar, chatear, tirar sarro de uma pessoa, até atingir atos em que a imagem de uma pessoa pode ficar totalmente denegrida e, passar daí para agressões físicas.

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Quais cuidados devem ser tomados contra estas pessoas?

Os iconoclastas digitais estão no facebook, no linkedin, nos blogs, nos chats, nos jogos online. Na grande rede todo cuidado é pouco. Com relação a evitar cruzar o caminho com algum iconoclasta digital de plantão. Há uma lista de cuidados a tomar:

  • Evite responder a mensagens controversas ou irrelevantes;
  • Fuja dos debates polêmicos quando não conhece os participantes, o que pode não ser muito fácil de acontecer;
  • Evite pessoas que procuram esconder sua identidade, possivelmente elas agem assim para poderem trollar à vontade. Procure alguma forma de identificar perfis falsos (fakes);
  • Nem todos os trollers são burros e estúpidos, estes são mais fáceis de identificar. O perigo são os trollers intelectuais. Ambos sentem um prazer incontido em saber que causaram polêmica;
  • Lembre que estes indivíduos apenas querem ver o circo pegar fogo e ficam à margem de discussões;
  • Os trollers acadêmicos começam a proliferar e eles buscam questionar a formação acadêmica dos colegas para os rebaixar;
  • Trollers mudam o foco da discussão seguidamente.

Com estes cuidados você poderá evitar, ainda que não totalmente, o contato com pessoas que por questões tais como ideologia frustrada, fanatismo, falta do que fazer e outras digressões, apenas procuram atender a algum distúrbio psicológico.

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O melhor a fazer quando encontrar um troller é ignorar a sua presença, você poderá irritar o indivíduo até que ele se identifique e a rede o expulse dos debates. Em tempo, lembre que evitar discutir política, religião, futebol e outros assuntos polêmicos é de bom tom. Porém é preciso evitar um erro comum. Nem todas as pessoas que discordam de você são trollers. #Educação #Dicas #Comportamento