Somos nós uma nação imatura ou tememos crescer? Vivemos um momento único em nossa história de darmos um basta aos velhos hábitos de #Comportamento, quem sabe deixarmos de apenas sonhar e de fato praticarmos a democracia que tanto desejamos.

Não podemos negar que a Operação Lava Jato nos trouxe uma esperança, um alento, de possíveis novos rumos, de novas atitudes, mas é inusitada a reação de muitos em não querer ver o lado mais obscuro pelo qual passamos.

Dos atos ilícitos todos sabem , sobrevivem ao longo da nossa história, que tomam conta dos noticiários, do nosso dia a dia.  A palavra de resistência é golpe, conspiração orquestrada para tirar do poder quem foi eleita pelo povo para governar este país o que não a torna imune de questionamento, como cidadãos nos cabe o direito de saber o que acontece de fato.

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Diante deste cenário há pouco esforço ou nenhuma abertura para parar e pensar se tantas denúncias reveladoras seriam apenas informações infundadas e se há de fato apenas um interesse sórdido de tirar do poder quem foi escolhido pelos votos.

Tanta resistência aos fatos nos leva a crer na nossa imaturidade para absorver que nenhum partido ou parlamentar não tenha se corrompido no exercício do seu dever cívico. O que muitos não querem ver, ou não percebem, é que estamos diante de uma nova geração de representantes , engajados numa nova política de atuação, predispostos a fazer cumprir a lei que não saía do papel. Este não é o MPF, a PF de 20 anos atrás, não mesmo.  A #Corrupção sempre foi uma ferida mal curada em nosso país, sem restrições de segmentos ou classes, ocorre em todas áreas do nosso Brasil; e não haveria de ser o partido atual o "santo" de nossa política viciada em transgredir regras.

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O que se pode pensar se tudo se deu por ingenuidade ou, ironicamente, falta de prática em cometer atos ilícitos, mas é assustador a dimensão do estrago feito pelo governo atual. É incompreensível ou difícil de elaborar racionalmente o que se passa em muitas cabeças, não há como não ver com os próprios olhos o estrago que a má administração do governo causou ao país, não há como negar o uso de artifícios escusos para ocultar a imersão do país numa crise sem tamanho. É preciso pensar que as pedaladas talvez não sejam o fato primário mas suas consequências sejam mais relevantes. Foram elas o prenúncio de que os cofres públicos andavam à míngua, os atrasos nos repasses ao programas sociais já eram anunciados em meados de 2013, e tudo foi para debaixo do pano para que não se comprometesse uma reeleição. 

Há de se refletir: que socialismo é este onde a permanência de um partido no governo é mais importante do que situação precária daqueles que eles mesmos defendem: o povo. É triste, é trágico, pensar que somos um povo carente de identidade, de personalidade, onde um partido está representado muito mais por um líder do que por uma sólida ideologia sem desvios de conduta, é maquiavélico no seu sentido mais torpe - os meios justificam os fins.

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Brasil somos nós, trabalhadores, pagadores de impostos, somos nós que construímos nossos sonhos e é passada a hora em que devemos cobrar que todo nosso esforço não seja em vão. Não deveríamos mais conviver com esta má gestão do erário público, com a corrupção, com os privilégios que nos desalentam. Se é para o bem do povo o momento é agora, de declarar nossa independência, nosso grito de liberdade e democracia. Quem sabe possamos deixar este legado para as próximas gerações, o momento é agora, de deixarmos o egoísmo, a vaidade de lado, e pensarmos num futuro iluminado para nossos filhos e netos. #Crise econômica