A Comunidade GLS (Gays, Lésbicas e Simpatizantes), têm grandes motivos para comemorar na Internet.

Nos últimos anos, esforços foram feitos para deixar o cyber-preconceito de lado, e criar um sufixo para que a Comunidade, possa identificar,quais sites e blogs possuem temáticas, produtos, serviços ou apenasse simpatizam com a causa.

O ICANN, órgão global da Internet, já lançou o .lgbt, que é utilizado em países onde a sigla LGBT possui maior uso.

Uma curiosidade é o fato,de que nem todos os países utilizam a sigla LGBT com maior frequência,como o Brasil, que utiliza a sigla GLS, sendo esta 100% brasileira e criada na década de 90.

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Na Austrália, a sigla com maior uso é o LGBTI, e em na Bolívia é o GLBT,e em outros países se usa o LGTS, GLBS  etc.

Há muitas opções para a comunidade escolher seu sufixo favorito:

.lgbt - para sites de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros, de iniciativa de uma empresa da Irlandesa;

.gls.slg.br - para sites GLS e sites Legalmente Gays no Brasil (SLG.BR), de Iniciativa brasileira;

.gay - para sites Gays e LGBTQIA+ de iniciativa americana;

E ainda podem optar por nichos dentro da comunidade, tais como os sufixos .hiv, .men, .pink, .blue e muitos outros. Até a internet está se tornando mais inclusiva e humana, mas por outro lado, há ainda muitos casos de preconceito no Brasil, como: Contra a Comunidade GLS, Nordestinos e Negros vêm crescendo rapidamente.

É lamentável saber que o país de origem da lei tida como referência em governança da internet, ainda existam fatores negativos como estes.

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O ICANN, órgão global da internet vem tratando de assuntos como este de forma acolhedora, para que todos possam participar, e analisando todas as opiniões, sejam contrárias ou a favor da criação dos novos sufixos (gTLDs), e incentivando os países a adotarem uma postura plural, transparente e mais participativa na governança da internet.

Vale ressaltar que o sufixo .gay, ainda não foi aprovado pelo ICANN, já que 3 empresas estão disputando sua administração. Sendo que em 2016, o próprio ICANN decidiu rever o pedido de uma destas empresas a DotGay LLC.

Agora é aguardar o resultado deste processo, que leva a diversidade na Internet! #Inovação