A partir do ascenso do Partido dos Trabalhadores (e seus coligados) ao poder republicano, o mote da “inclusão social” passou a ser a principal moeda de troca que garantiria o projeto hegemônico de poder dessa agremiação, em razão de dois aspectos cruciais e oportunísticos: (a) o histórico menosprezo político-governamental aos estratos ditos excluídos e (b) a caracterização destes estratos como sendo basicamente incultos, deseducados e, por lógica decorrência, facilmente manipuláveis.

Ampliando o axioma, na curta história republicana (a partir de 1889, portanto meros 127 anos), nenhum partido político dedicou especial atenção às camadas de excluídos, servindo-se destas apenas para alcançar (e sustentar) o poder político (lato sensu).

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Nenhuma agremiação política brasileira está eximida desta incômoda pecha, deste pesado fardo antissocial.

A inclusão social é conceito associado à educação de qualidade, já desde os primeiros passos do indivíduo. Significa afirmar que é no seio do lar que se inicia a formação educativa do novo ser, a qual, associada à educação formal dos primeiros anos escolares, proverá a estruturação de comportamentos, conceitos, princípios e valores que fundamentarão o futuro cidadão. Em suma, educação é o alicerce central que sustentará o indivíduo em seu caminhar social ou, pelo contrario, inexistindo esse quesito em níveis condizentes de qualidade, o condenará ao seu contraponto - a exclusão social.

Há educação de qualidade no Brasil?

A longa experiência nas lides com a orientação de mestrandos e doutorandos permitem a este escriba afirmar: a educação brasileira (lato sensu) é paupérrima.

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"ilhas de sucesso", claro, mas não alcançam o universo necessário de alunos para que a nação possa se destacar neste quesito. Educação de qualidade é pressuposto de desenvolvimento, de excelência profissional, de destaque investigativo, de valor agregado a tudo o que exsurge do mercado nacional com destino interno ou visando empreendimentos e mercados externos.

A política caminha às cegas neste último sentido. As propostas programáticas de partidos políticos - independentemente de cor partidária - são profícuas no discurso, inobstante não o ser na prática, seguindo aquela máxima histórica que reza: "na prática, a teoria é outra". O discurso político é mentiroso às raias do criminoso lesa-pátria. Um exemplo típico deste axioma é representado pelas graves acusações proferidas contra a presidente Dilma Rousseff e seu staff. E o quesito educação faz parte fundamental desta realidade.

A liberalidade sexual ingressou e se sedimentou nas regras educativas em sentido lato. O mais grave neste detalhe reside na aplicação dessa liberalidade já a partir dos primeiros anos escolares, criando pérfida confusão na mente dos pequenos seres que ainda não compreendem fenômenos simples da sexualidade humana, que se dirá então dos complexos labirintos da troca de sexos, da relação homossexual etc., que propiciam o desenvolvimento da pedofilia.

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Em suma, vive-se um caos institucionalizado no âmbito educativo (lato sensu), que seguramente aparecerá em desvios comportamentais do futuro cidadão. Um incômodo paradoxo para o cidadão brasileiro do futuro. #Dilma Rousseff #Crime #Comportamento