A semana  começou muito agitada no cenário político brasileiro, principalmente para o #PT. Mesmo com todas as tentativas de barrar seu impeachment, a presidente Dilma não vem obtendo sucesso algum. Ao que parece, a estratégia aplicada dizendo que o pedido de afastamento é um golpe não convenceu ninguém.

Na corrida contra o tempo, o governo vem tentando de todas as maneiras convencer a população brasileira, de que não houve crime de responsabilidade. A presidente tomou empréstimos de bancos públicos para pagar os programas sociais, coisa que não é aceitável, uma vez que esses bancos não poderiam fazer tais empréstimos. A partir daí, vários outros erros foram cometidos pelo governo federal, trazendo consequências graves para a dirigente da nação.

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Ainda em sua campanha eleitoral, Dilma afirmou que não aumentaria a conta de energia elétrica, não haveria aumento de impostos e que não recriaria  o imposto sobre as operações bancárias (CPMF). No entanto, o governo até que tentou trazer de volta a CPMF, mas sem sucesso.

Enfim, a presidente faltou com a verdade para com a população brasileira, que mais uma vez,  se vê enganada e sem perspectivas futuras. Como consequência disso tudo, os trabalhadores tiveram  algumas conquistas  perdidas, várias empresas estão sendo obrigadas a fechar as portas, o crescimento do desempregado já é o mais alto de todos os tempos.

No Senado Federal já é dado como certo o desligamento da presidente do comando do país, mesmo com todas as várias tentativas que o governo vem fazendo para que tal fato não aconteça.

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Está prevista para o dia 10 de maio a votação do processo de  impeachment da presidente #Dilma Rousseff , no Senado. Serão necessários 41 votos a favor do afastamento, dos 81 senadores. Caso Dilma seja afastada, ela ficará longe do comando da nação, por 180 dias.

Mas como a oposição apresenta uma grande vantagem em relação aos governistas, é bem capaz de que a presidente seja desligada do cargo que ocupa há quase três anos, nesse segundo mandato. Por outro lado, #Michel Temer já começou a se articular, caso tenha que assumir a presidência da República, e já prometeu manter todos os programas sociais.