Por conta do andamento dos trâmites para o processo de impeachment da atual presidente do Brasil, #Dilma Rousseff, cresce a expectativa pelas mudanças que virão logo a seguir, caso realmente se confirme a sua saída.

E o nome do vice-presidente #Michel Temer ganha força, já que numa eventual saída de Dilma, será ele o sucessor natural, assumindo a presidência da República para dar prosseguimento a um novo governo.

As dúvidas são grandes em relação a como será um eventual novo governo com Michel Temer, e por este motivo, nós vamos procurar entender o que poderá mudar de fato caso o peemedebista assuma o cargo máximo do executivo.

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Muitas perguntas

Atualmente, o que mais intriga os analistas políticos sobre um eventual novo governo com Michel Temer é a quantidade de dúvidas em relação à atuação do peemedebista no que tange à economia.

Muitas são as perguntas, e a verdade é que com toda a certeza ele deverá tomar algumas medidas um tanto impopulares para ajustar a “casa”, e principalmente, para enviar um recado positivo para o mercado financeiro.

O ajuste fiscal deverá ser retomado por meio do aumento de impostos (por mais que o próprio Temer negue taxativamente que tomará este rumo), o que poderá causar uma reação negativa por parte da população.

A ideia será adotar um discurso de que “remédios” amargos são necessários nestas horas, e as medidas impopulares serão medidas emergenciais para arrumar os problemas ocorridos na administração Dilma.

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A recuperação da economia brasileira será a principal meta de Michel Temer caso ele realmente assuma a presidência da República, e o próprio vice-presidente do Brasil tem consciência do tamanho de seu desafio.

Corte nos ministérios

A farra de distribuição de cargos que foi instaurada pelo PT nos últimos anos, com a criação de inúmeros e inúteis ministérios deverá estar com seus dias contados, caso Michel Temer realmente assuma a presidência do Brasil.

Caso se confirme a sua entrada, Temer e sua equipe já imaginam retirar nada menos do que 7 ministérios, fazendo com que eles sejam assimilados por outras pastas similares. A intenção de Michel Temer e de sua equipe é a de reduzir a quantidade de pastas de ministérios para algo perto de 25, (número ainda alto, mas bem abaixo do número atual mantido por Dilma).

Algumas mudanças poderão causar protestos, especialmente com a junção das pastas da Educação com a pasta da Cultura, e também com a união do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos com o Ministério da Justiça, que passaria a ser chamado de Ministério de Justiça e Cidadania.

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Impeachment

Depois de parecer favorável na Câmara dos Deputados, onde a esmagadora maioria aprovou o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o relatório agora passará por votação no Senado.

A votação na casa deverá ocorrer no próximo dia 6 de maio de 2016, e os prognósticos de especialistas e analistas indicam que também lá o relatório do processo de impeachment da presidente deverá ser aprovado por sua maioria. #Crise no Brasil