Com índices de aprovação em torno de 10%, não é de se espantar, pelos menos para grande parte da população brasileira, que Dilma Rousseff tenha sido eleita pela revista Fortune como a líder mais decepcionante do mundo.

A Fortune propôs uma votação online, na qual seus leitores escolheram os líderes mundiais que mais haviam decepcionado. Dilma ficou com o primeiro lugar, disparando na liderança do ranking, com mais de 374 mil votos.

Para se ter uma ideia da quantidade de votos recebida por Dilma, o governador americano Rick Snyder, do estado do Michigan, que ficou com o segundo lugar, recebeu 17 mil votos – ou seja, Dilma recebeu 22 vezes mais indicações.

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A presidenta do Brasil também ficou à frente de Michel Platini e Joseph Blatter, ambos envolvidos no escândalo de #Corrupção do futebol, que aconteceu na UEFA e na FIFA, respectivamente.

Deve ser um golpe da Fortune

A revista mencionou em um texto, que acompanha o resultado da pesquisa, as pedaladas fiscais de Dilma e citou também o escândalo de corrupção na Petrobras. Agora só falta Dilma fazer um pronunciamento, dizendo que a Fortune também está tentando ajudar no “golpe contra a democracia”.

Se qualquer pessoa procurar em um dicionário pela palavra golpe, encontrará os seguintes significados: ardil, trama, ação ou manobra desleal. Golpe, na verdade, é um ato ou trama secreta, com alguns objetivos determinados previamente e relegados ao menor número possível de participantes, com propósitos claramente voltados para ações em benefício próprio.

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E tudo isso colocado em execução pelos meios mais ocultos possíveis.

Curiosamente, analisando-se, nesta linha de raciocínio, o esquema de corrupção na Petrobras, executado pelo PT, o padrão se encaixa perfeitamente. Portanto, o Petrolão, sim, foi um golpe, realizado contra o Brasil.

Golpe, além disso, é tentar blindar Lula com foro privilegiado para não ser investigado pela Lava Jato, ou ainda oferecer cargos governamentais para tentar barrar a aprovação do processo democrático de #Impeachment, que se desenrola à vista de todos os brasileiros.

50 golpes do PT

Mas se os governistas insistem em afirmar que o impeachment é um golpe, é bom lembrá-los, caso estejam sofrendo de amnésia seletiva, que o PT já tentou praticá-lo nada menos que 50 vezes, entre os anos de 1990 e 2002. É isso mesmo: o PT já propôs 50 petições de impeachment para todos os presidentes eleitos antes de Lula.

Por que somente agora, que o processo de impeachment está contra o PT, é que passou a ser considerado um golpe? #Dilma Rousseff