As manifestações populares recentes que encheram as ruas do Brasil, contra o governo da presidente da República, #Dilma Rousseff, foram marcantes e fundamentais para que se avançasse o processo de #Impeachment contra a administração da mandatária do país. Além do descontentamento popular, verificou-se que a espontaneidade das pessoas que estiveram nas ruas nos últimos dois anos e que contabilizaram as maiores manifestações já vistas na História do Brasil, foram determinantes para se constatar a espontaneidade e legitimidade dos atos, trazendo uma resposta claríssima da expressão da vontade majoritária do povo brasileiro.

A enorme credibilidade de Sérgio Moro

O papel desempenhado pelo juiz federal Sérgio Moro, responsável pelo comando da operação Lava-Jato, da Polícia Federal, representa a aplicação correta da lei, de modo sério e imparcial, alcançando, consequentemente, imensa credibilidade  por parte da sociedade civil, em reconhecimento à Justiça Federal do Paraná, extremamente ágil e competente.

Publicidade
Publicidade

Parte da população compreende que  torna-se necessário todo o apoio ao magistrado paranaense, que vem sendo alvo de críticas constantes e na maioria das vezes, infundadas, por parte de membros do Palácio do Planalto, congressistas do PT e "linhas auxiliares", como PSOL e PCdoB, e até mesmo de membros do Poder Judiciário.

Manifestações minoritárias

As manifestações que contemplam interesses próprios, geralmente ligadas ao governo federal, como: CUT, UNE, MST e etc, acabam por divergir suas pautas da vontade majoritária da população que exige a mudança de poder no país, a partir da comprovação de crimes de responsabilidade atribuídos ao governo Dilma Rousseff. Esses grupos organizados que exercem o seu direito constitucional de manifestação, recebem recursos públicos para que se mantenham na ativa, inclusive, como verificado em denúncias e até mesmo em depoimentos presentes nas redes sociais, financiando a ida de pessoas aos seus protestos, excluindo assim,  o caráter de espontaneidade e consequentemente, colocando uma "sombra" na  legitimidade dessas manifestações.

Publicidade

Há relatos, inclusive, conforme noticiado na Revista Veja, em fins de comparação, a existência de até mesmo, vários ônibus provenientes de países vizinhos como Bolívia e Venezuela, de acordo com depoimentos dos próprios passageiros, direcionando-se à Brasília, em apoio à presidente, contra o processo de impeachment, a ser votado neste domingo (17), em plenário da Câmara Federal.

É um claro exemplo de intromissão de outros países nos assuntos internos da nação brasileira. O domingo, poderá ser considerado um divisor de águas, entre manifestantes espontâneos, representando os anseios do povo brasileiro, a favor do afastamento da presidente, em detrimento dos manifestantes que representam os interesses de suas instituições, que não querem a mudança de governo e o mais grave, a vinda de estrangeiros oriundos de países de ideologia simpática ao do governo federal, ocasionando a interferência externa, em assuntos e problemas estritamente brasileiros - mesmo que não provoquem interferência direta no andamento do processo.

Publicidade

#Crise-de-governo