Próximo de completar seu primeiro centenário, a revolução bolchevique (1917) segue assombrada pelas mais de  100 milhões de almas que dizimou, direta ou indiretamente, sob a bandeira da foice e do martelo. O mais curioso e bizarro desse fato é que, nesses cem longos anos, o discurso marxista-leninista sequer conseguiu comprovar 0,001% de um discurso aliciador, que em nada coaduna com a realidade. Os destaques que identificam os governos ditos de esquerda, sob uma lente mais crítica e isenta de tendenciosidades, residem no contrassenso da denegação do capitalismo (como regime econômico) em contraposição às práticas dos líderes desse tipo governamental. 

Uma mirada superficial permite constatar que líderes governamentais como Fidel e Raul Castro; a dinastia Kim; o falecido Hugo Chaves e seu sucessor, Nicolás Maduro; Rafael Correa; Daniel Ortega; Evo Morales; Luis Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff; dentre outros, vêm enfrentando forte oposição das sociedades organizadas que respectivamente conduzem.

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O paradoxo, nesse cenário, reside na falência das estratégias gestoras, redundando em forte pressão da sociedade democraticamente organizada.

Muitos se questionam: por que o Brasil chegou a esse ponto tão crítico? Simples. Os sucessivos governantes têm propiciado um sistema educativo (lato sensu) de qualidade questionável, redundando em desempenho mercadológico pouco competitivo, nomeadamente quando em comparação com nações sabidamente democráticas e comprometidas com a #Educação. Este quesito é crítico para o crescimento e a expansão da nação em sentido amplo. Os diversos indicadores globais mostram o Brasil numa posição nada auspiciosa.

O axioma que apregoa a ignorância popular como método de aprisionamento da sociedade é tão antigo quanto o é o ser humano civilizado. Basta observar as universidades brasileiras, tornadas reféns de associações e grupos internos e externos claramente direcionados à esquerda.

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Assim, mina-se insistentemente o núcleo duro da educação superior, ao permitir que ideologias defensoras de extremismos interfiram negativamente na construção do futuro cidadãoTal situação pode muito bem ser entendida, assim, como um crime de lesa-pátria. Eis o verdadeiro sentido do que se cognomina de "vermelho-vergonha".

A expectativa que alimenta este breve e despretensioso excerto reside no incentivo ao exaustivo debate do tema em tela e de outros congêneres, a fim de descerrar novas perspectivas que auxiliem a nação brasileira a retomar seus rumos de crescimento, expansão ordenada e incremento aos seus seus níveis de competitividade, como de total merecimento. #Comportamento