Expiação é um processo de sofrimento e colocação à prova que geralmente é aplicado a grandes profetas, das várias religiões, indicando a força que um homem pode resistir (ou não) às dificuldades em vida que lhe são impostas pelo ambiente ou uma sociedade. Já a inquisição é um grupo de instituições que compõe um corpo para julgar e combater heresias, portanto, é um tribunal religioso-jurídico, que ficou amplamente conhecida, na Idade Média pela perseguição às bruxas, aos próprios templários que eram considerados guerreiros das cruzadas, mas que estavam ameaçando a Santa Sé em Roma com o aumento das riquezas provenientes da nobreza que aderia a valores simbólicos, que passaram a ser condenados e quase foram extintos por obra de um cardeal e um papa inquisidores.

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A inquisição de Dilma já está decidida

O que se observa no Brasil é uma situação que lembra a Idade Média: de um lado, cria-se um rito de cerimonial jurídico que passe uma ideia de que a pessoa está tendo o direito de se defender. Do outro lado, os parlamentares - deputados e senadores - divulgam na mídia amplamente os seus votos, chegando a homenagear a família no voto de #Impeachment, sem falar na apologia à tortura, exaltando o Ustra na época da “ditadura”. Apesar do rito, tanto a Câmara, como o senado, já sabem do resultado do julgamento, porque os interesses deles é que está em jogo, através de uma lava-jato que já dispõe de uma lista de mais de 200 corruptos, com um grande número deles já citados na mídia como sendo, pelo menos, colaboradores dos citados. Não bastasse isso, o relator no senado infringe a própria legislação ao ser participante do partido que não se conforma de ter perdido uma eleição.

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Logo, a grande conclusão é que um partido da elite que perdeu a eleição quer mudar o resultado alegando inverdades e promovendo um tribunal para justificar os seus atos. A prova disso é a forma como a discussão está mais parecida com uma briga de torcida Hooligan, onde a raiva e o ódio alimentam a discussão até nas redes sociais, o Facebook sendo um terrível transmissor das alegações.

Cartas marcadas no tribunal determinam um golpe

A discussão sobre um direito de defesa é colocada de forma clara pelo ministro Eduardo Cardoso no Senado hoje, onde indica que todos os votos já estão contados, analisados e definida a sentença, com um vice-presidente organizando um governo paralelo, já atento aos prazos que, infelizmente, para eles, pode provocar mais clareza do golpe que está em andamento.

A Maçonaria pisou na bola, mas pode reverter

E os templários? Abaixam a cabeça e assumem um “mea culpa”, porque o vice-presidente, um maçom que posta mensagens na internet, mostra que toda a Maçonaria vai ter que arcar com a responsabilidade da omissão.

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Uma maçã podre levou a Alemanha a II Guerra Mundial. No Brasil, a maçonaria, ao não agir, está aceitando o Golpe que acaba com democracia, só pode ganhar uma eleição quem é da elite. Ainda há tempo de mudar os votos se, dada a nova realidade da cassação por liminar do Eduardo Cunha, indicar que a usurpação do poder sem eleição direta é um símbolo da falta de ética. Enfatizando, quando um partido acusa, julga e executa o tribunal e depois assume o poder, tendo já participado no executivo (vice-presidência), Legislativo (presidentes da Câmara e do Senado) de todos os processos que causaram a denúncia, sem pedir exoneração dos cargos ante de garantir uma vitória no tribunal, para aparentar uma justiça DIVINA. Cabe agora uma movimentação dessa elite organizada em torno de Gadu para mudar a história e corrigir, expurgando também o vice-presidente que compôs a chapa eleita.

  #Dilma Rousseff #Corrupção