Desde o início do processo de impeachment da presidente eleita #Dilma Rousseff, os membros do Partido dos Trabalhadores (PT) ensaiaram em coro o mesmo discurso. Todos afinados ao dizer que "impeachment sem crime de responsabilidade é "golpe". Embora não tenha admitido seus erros, o que não é surpresa, Dilma limitou-se em tentar inverter valores e fazer prevalecer sua postura de inocente. Não funcionou.

Para o bem do país a maioria dos brasileiros não se deixou enganar por essa propaganda. Contudo, o objetivo do PT não foi apenas convencer a nação de que estariam sofrendo um golpe. Por trás das intenções internas está, ainda, a tentativa de buscar aliados externos, países que compactuem com seu mesmo sistema de governo na esperança de desestabilizar o país, incitando uma guerra civil.

Publicidade
Publicidade

Prova disso, são as manifestações de alguns governos estrangeiros contra o presidente em exercício, Michel Temer, inclusive ameaçando cortar relações diplomáticas com o Brasil.

Ora, se o país estivesse bem o povo não encheria as ruas com manifestações contrárias ao governo. O que se viu e ouviu foi um clamor indignado de milhões de brasileiros. Mas, os planos do Partido dos Trabalhadores em permanecer eternamente no poder não foram completamente desfeitos. Existe uma névoa de obscuridade pairando sobre esta amada terra. "A simples cogitação de permanência perpétua no poder já é indício de um caráter déspota. Os partidos e governantes que se afeiçoam ao poder sempre desejam mais: um mandato, dois mandatos, três mandatos..." (A Política do Caos, publicado em 2009).

No citado livro, o autor já alertava o povo sobre as intenções de políticos como os que estão envolvidos nos atuais acontecimentos.

Publicidade

O próximo passo do PT será reforçar suas alianças externas com países que fingem ser democráticos para que se voltem contra o governo em exercício. Existe nisso um perigo real, uma vez que os líderes desses países são capazes de quaisquer atrocidades contra seu próprio povo para permanecerem no poder, bem como auxiliar aliados que se sintam ameaçados. #Corrupção #Michel Temer