Kathryn Smith, de 23 anos, foi agredida por duas outras mulheres, na cadeia de Foston Hall, na Inglaterra. Kathryn foi detida após ter matado, com porrada e fome, a própria filha, a pequena Ayeeshia, de 21 meses de idade. Para essa morte, que resultou de semanas de maus tratos, a mulher teria contado com a colaboração do namorado e padrasto da bebê, que também acabou preso. Kathryn Smith acabou condenada a 24 anos, de pena miníma, e sua vida na cadeia parece que não será nada fácil. 

A mulher entrou nessa cadeia no mês passado, mas já recebeu as "boas vindas" das novas companheiras. De acordo com o jornal Mirror, ninguém "simpatiza" com ela na cadeia e as mulheres já estariam combinando alguns ataques.

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No entanto, algumas temem que suas penas sejam agravadas por causa desses tumultos. Mesmo com esse temor, duas colegas da prisão não tiveram medo e esfaquearam Kathryn. Esse tipo de #Crime não é inédito. É até bastante comum que estes criminosos, que agem contra crianças indefesas, acabem despertando ódio nos outros prisioneiros. 

No caso de mulheres, isso acaba molestando mais ainda, uma vez que desperta o sentido maternal de cada uma. Muitas delas se encontram detidas por crimes como roubos, tráfico e também homicídios. Mas aqueles que cometem agressões contra crianças e agressões sexuais são os que mais sofrem represálias na cadeia.

O de Kathryn contra Ayeeshia é dos mais bárbaros da justiça inglesa recente. A mulher bateu na menina de tal forma que, os médicos, quando receberam seu corpo, compararam como se ela tivesse sofrido um acidente de carro, tamanhas eram as lesões sofridas.

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Em seu estômago não existia restos de comida há mais de uma semana. Mas, enquanto isso, a mãe continuava comprando droga. 

O serviço prisional negou a existência de uma arma branca no ataque contra Kathryn, e garantiu que essa ação está sendo investigada. Mas a verdade é que ela apresentava um golpe de mais de dois centímetros, no rosto, que poderia ter sido feito por uma faca caseira. Alegadamente, a mulher teria levado uma surra de duas outras prisioneiras, durante quatro minutos, em um local sem cobertura de câmeras de segurança. "Socos e facadas", garantiu uma testemunha, que teria assistido a cena e que sabia que essa agressão estava sendo combinada.  #Justiça #Europa