Com a iminente chegada do vice-presidente #Michel Temer (PMDB) à presidência da república, em virtude do possível afastamento da presidenta Dilma Rousseff, os brasileiros começaram a se interessar mais pela vida do homem que poderá comandar o país até 2018 e também pela segunda dama, Marcela Tedeschi Araújo Temer. Casados há 13 anos, a diferença de idade não foi empecilho para viver uma história de amor. Ele é 44 anos mais velho que ela – Temer tem 75 anos e Marcela, 32.

Em uma entrevista ao Programa de Amaury Júnior na Rede TV, reapresentada recentemente, Michel Temer contou que eles se conheceram durante uma campanha eleitoral para deputado federal e que conseguiu o telefone de Marcela através de seus contatos pessoais.

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“Por meio de contatos, eu obtive o telefone dela”, revelou o peemedebista durante a entrevista. Temer contou que se encantou por Marcela já no primeiro momento em que a viu. Ela revelou que tomou a iniciativa ao enviar um e-mail para ele dois meses após se conhecerem. Outra revelação da ex-Miss Paulínia é que o político foi seu primeiro namorado.

O casal consegue manter a vida pessoal sem chamar a atenção da mídia e dos curiosos, pelo menos até agora. O estilo conciliador e agregador de Temer parece se refletir na sua vida familiar com a estabilidade no casamento e um matrimônio harmonioso. Com Marcela, Temer vive seu terceiro casamento e com o bebê que a atual esposa espera, ele será pai pela sexta vez.

Marcela Temer causa polêmica nas redes sociais            

Recentemente a mulher de Michel Temer provocou reações de grupos feministas e gerou milhares de comentários nas redes sociais após uma publicação que a descreveu como "bela", "recatada" e "do lar".

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Na matéria, Marcela Temer afirmou que preferia vestidos na altura dos joelhos e que deixou de trabalhar após se casar com o vice-presidente para dedicar-se ao lar e cuidar dos filhos do casal, Michel, de seis anos e outro que está a caminho.

A reportagem desencadeou uma onda de reações, porque milhares de jovens e até mesmo senhoras, além de parte do público masculino, entenderam as afirmações como uma apologia à mulher "dócil", submissa e sem ambições profissionais, que aceita conceitos machistas sem contestar. #Dentro da política #Crise-de-governo