#Michel Temer conseguirá acabar com a crise econômica e política e implantar novas medidas nesse caos em que se encontra o país?

Michel Temer poderá até ter apoio da maioria da Câmara, mas, também terá oposição acirrada dos partidos que defendem a presidente Dilma. Além disso, deverá encontrar pela frente manifestações da sociedade que aclamarão em protestos com a finalidade de tirar Temer e Eduardo Cunha do poder.

Temer também encontrará pela frente, a maior crise econômica de todos os tempos, com um alto índice de desemprego e alta inflação, uma situação de grande impasse econômico, na qual se encontra o Brasil.

Retrocedendo na história do Brasil, em 1992, onde Itamar Franco assumiu o poder, com apoio da sociedade e acordos parlamentares, garantindo a sua legitimidade no governo, o mesmo não deverá ocorrer com Temer.

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A crise econômica de 1992 era bem diferente que a atual, embora Itamar Franco enfrentasse uma grande pressão psicológica com o confisco das poupanças no governo Collor e problemas econômicos deixado pelos militares.

Entretanto, Michel Temer, terá dificuldades para legitimar seu governo, com o processo do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), citado várias vezes na Lava Jato e um pedido de impeachment na Câmara.

Segundo jurista de renome no país, Michel Temer não poderá nomear novos ministros caso a presidente Dilma venha a ser afastada para se defender no processo de impeachment do senado federal. Os ministros nomeados pela petista devem permanecer até o julgamento final do processo de impeachment.

A redução do numero de ministérios, prevista pelo peemedebista, poderá causar desavenças com alguns partidos.

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O apoio do PSDB não será total, já que não querem participar diretamente do governo.

Temer também terá pela frente dificuldades em manter relações com os investidores estrangeiros, já que a forma como foi conduzida o impeachment pela Câmara dos Deputados, não foi bem vista por jornais estrangeiros, o que chamou a atenção dos investidores e destacaram as acusações de #Corrupção em que a maioria dos parlamentares está envolvidos. #Crime