Ao que tudo indica, ultimamente o bilionário Mark Zuckerberg não está conseguindo se explicar muito bem. O desentendimento começou desde o ano passado quando um juiz brasileiro tirou o WhatsApp do ar, pela primeira vez o aplicativo estava inativo no país, o que causou uma certa revolta da parte do empresário que logo se pronunciou em sua rede social: o Facebook.  

No relato, o jovem empresário fez duras acusações e condenações, porém, logo em seguida se desculpou e só comentou que era contra o ato do determinado juiz e não contra o governo brasileiro.  O que fez Mark voltar atrás, segundo informações teria sido uma certa pressão feita pelo Palácio do Planalto.

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Ao que parece, mesmo sendo uma #Mídia livre onde qualquer pessoa possa se expressar, essa liberdade toda não é tão extensa assim na #Internet quando se trata de pessoas públicas com grandes influências.  Ou seja, onde está a liberdade de imprensa neste momento?

Sem dúvidas, as mídias sociais podem sim serem consideradas como um tipo veículo de #Comunicação e o objetivo é além de contribuir para distribuição de informações pouco relevantes, também seria o de informar e atrair audiência para vender publicidade.

Segundo uma reportagem exibida ao site Gizmodo, a edição que destaca os tópicos mais importantes do Facebook não é feita apenas por softwares, mas também por pessoas de verdade que compõe uma gigantesca equipe.  Além disso, tudo que vai para o ar na rede, é observado minuciosamente por seres humanos e não por robôs, o que ajuda a separar o ¨joio do trigo¨ ou seja, o que presta e o que não presta.

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Depois de saber que na rede social existe uma certa intervenção humana, Mark foi atacado e até mesmo chamado para prestar contas ao Senado Americano. Além disso, o repórter do site Tom Stocky, foi obrigado a dar declarações públicas sobre o ocorrido.

Stocky reconheceu que existe sim uma equipe editorial por trás do Facebook, mas desmentiu algumas partes da sua reportagem onde relatava que existiam editores esquerdistas que suprimiam conteúdos de sites considerados conservadores.

Só nos Estados Unidos, cerca de mais de 60% da população utiliza a mídia social, seja para ganhar dinheiro, como também para se comunicar com o mundo exterior. No Brasil essa população chega a mais de 1 bilhão de internautas que acessam o Facebook por dia, seja para se comunicar com amigos ou para tratar de negócios.