Nessa quarta-feira, 15, o deputado estadual Flavio Bolsonaro (PSC-RJ), divulgou um vídeo mostrando dois boletins de ocorrência por conta das condutas preconceituosas adotadas pelo jornalista Ricardo Noblat e pela página do partido comunista do Brasil (PCdoB).

Agora ambos responderão criminalmente pelas publicações polêmicas. Um inquérito foi aberto na polícia civil e o partido e o jornalista devem se entender com a #Justiça.

Entenda o caso

O colunista do 'O Globo' divulgou uma imagem-montagem de Jair Bolsonaro, em que utiliza uma frase do nazismo na foto, além de caracterizar a imagem de Jair como se ele fosse Adolf Hitler.

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Pra 'quem não sabe' quem foi Hitler, saiba que ele foi o responsável pela morte de milhões de judeus inocentes durante a segunda guerra mundial. Sua intolerância ceifou a vida de pessoas pelo simples fato delas existirem.

Na mesma linha de insultos gratuitos, a página do PCdoB divulgou uma foto de Omar Saddiqui Mateen, o atirador da boate de Orlando, colocando um logo de rodapé com o nome de Bolsonaro, sendo esta a mesma imagem que apoiadores do deputado federal utilizam em suas fotos nas redes sociais.

O partido ainda escreveu que se Omar fosse brasileiro, provavelmente aquela seria a sua foto de perfil, insinuando que todo seguidor de Bolsonaro é como Omar e apoia o ato cruel e desumano cometido por esse americano. No vídeo divulgado por Flavio constam as duas imagens polêmicas.

Vale apenas salientar que diversos jornais internacionais entrevistaram várias pessoas, como drag queens, frequentadores da boate Pulse, amigos e até a ex-esposa de Omar, que afirmaram que o muçulmano extremista que executou o atentado que ceifou 50 vidas era gay e frequentou a boate nos últimos 3 anos.

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Após a revelação, não houve mais manifestação daqueles que resumiram o crime em homofobia ou que demonstraram intolerância contra o deputado federal.

Assista ao vídeo divulgado por Flavio após lavrar os boletins:

Outros casos de ofensas gratuitas contra Bolsonaro

Outras pessoas que usaram as redes sociais para ofender Bolsonaro e seus seguidores (é incrível como a esquerda gosta de provocar o deputado), foram o socialista Jean Wyllys e o petista Lindbergh Farias. Jean lamentou a tragédia e fez questão de dizer que discursos como o de Bolsonaro, Marco Feliciano, Malafaia e cia são responsáveis por influenciarem 'pessoas de bem' atacarem membros do LGBT. O que seriam 'pessoas do bem' nesse contexto?

Lindbergh foi mais além e citou Bolsonaro e Donald Trump em sua publicação, alegando que eles seriam cúmplices dos atentados. Bom, o Lindbergh sempre solta pérolas, então sem novidades.

E aí, concorda com as consequências dos atos contra o deputado federal? Opine deixando o seu comentário abaixo dessa notícia. #Casos de polícia #Câmara dos Deputados