Nos últimos dias vimos uma enxurrada de manifestações pela internet, com panfletos comoventes e emocionados, na maioria das vezes chocantes, sobre vários casos de estupros coletivos, como o que ocorreu na periferia do Rio de Janeiro, cometidos por jovens. Jovens inconsequentes, cruéis e desumanos.

Mas o que há por trás disso? Quem são esses jovens que, pelo português fraco, não avançaram nos estudos? São jovens da 'nova geração', amparados por uma constituição fraca, ultrapassada e manipulada. O que será dessa geração criada com os "cuidados" de estatuto que proíbe medidas enérgicas e reguladoras dos próprios familiares, quando esses os tem.

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As cenas desse estrupo coletivo, mostram um crime cruel, sem medo de qualquer punição, regados pela desumanidade e embalados pelo funk de crimes e sexo e erotização precoce, aceita e incentivada pela própria família. São jovens que não têm medo da punição da #Justiça e nem um embasamento familiar, que dite regras de respeito ao próximo e convivência respeitosa.

Esse tipo de crime deixa clara a expectativa negativa que esses jovens têm aos planos difíceis de serem concretizados, ao acesso precário à #Educação, junto à falta de limites e regras trazidas de casa e levada às escolas, sem noção de respeito à mulher, ao próximo ou mesmo aos professores.

Cada vez mais crianças chegam às escolas com problemas familiares, trazendo problemas de convivência a serem resolvidos por professores que são formados para lecionar disciplinas escolares, mas que carregam o peso deixado pela falta da família, são profissionais obrigados a lidar com marginais que não querem estudar, porque ainda não enxergam a importância disso em suas vidas.

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A responsabilidade passada e repassada diariamente à escola não consegue ser sanada, e nem deveria ser, pois a família que deveria ensinar, guiar e orientar, também perde-se, sucessivamente, geração por geração, sem enxergar luz no fim do túnel. 

Mas no final quem vai pagar por isso?O que pode ser melhorado?

Se tudo começa na educação, o trabalho deveria ser conjunto, estratégico e funcional, sem violência por parte dos próprios pais. É o ditado mais velho que escutamos: "os filhos são o reflexo dos pais, não escutam os exemplos, eles o seguem".