Na semana passada, o Brasil e o mundo ficaram estarrecidos com o caso do estupro coletivo em uma comunidade da Zona Oeste do Rio de Janeiro, contra uma menina de 16 anos, onde 33 homens são suspeitos de terem participado.

Nos Estados Unidos, no último dia 17 de maio  uma jovem de 15 anos foi estuprada por 25 colegas, no banheiro da escola secundária onde estuda. Essa mesma jovem havia ficado dois anos em poder de traficantes de pessoas.

Na Índia, em 2012, uma estudante de medicina foi estuprada e agredida por 6 homens em um ônibus, ficando internada e vindo a falecer depois. A repercussão do caso fez com que o governo indiano mudasse a lei.

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Na Argentina, em 2015, uma veterinária brasileira foi espancada pelo noivo diversas vezes, e faleceu depois de alguns dias internada.

Esses casos, espalhados pelo mundo, demonstram que a violência contra a mulher não é um problema exclusivo do Brasil. 

No Brasil, os números mostram que alguma coisa precisa ser feita com urgência. Conforme dados, 60% das mulheres jovens admitem ter sido agredidas de alguma forma por parceiros, e, o que é pior, 48% das agressões ocorrem em casa. Outros dados dizem que 56% dos homens afirmam já ter agredido verbalmente ou fisicamente sua parceira, e, o mais absurdo, quase 80% são agredidas toda semana ou até mesmo todo dia, e não conseguem denunciar nem se livrar da situação.

Em outra pesquisa, um pouco mais de 50% das pessoas falaram que conhecem uma mulher que já foi agredida, e outro tanto que conhecem um homem que já agrediu uma mulher.

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A agressão não se dá somente por espancamento, mas também por palavras, humilhações, proibições e outras formas.

A lei Maria da Penha, criada em 2006, para combater a #Violência, por si só não adianta. Se não houver denúncia, não poderá haver providência.

Agora, você sabe o que é mais assustador? As autoridades no assunto afirmam que a maioria das mulheres agredidas não denunciam o #Crime, ou por vergonha, ou por medo, ou por não saber onde denunciar, isso faz com que esses números apresentados sejam muito menores do que a realidade.

O Governo Federal lançou o 180, onde denúncias de violência contra a mulher podem ser feitas. Existem também delegacias próprias para mulheres e centros de ajuda, onde se pode conseguir orientação.

Você mulher, não se cale diante desses absurdos.

E você que sabe, presenciou ou ouviu falar de algum tipo de agressão, denuncie. A maior arma para acabarmos com isso é a denúncia. A omissão a casos de violência transforma você em cúmplice. #Casos de polícia