Estamos às portas de eleições municipais e nesta época encontramos muitas vertentes de comportamento. Pessoas que cultivaram amizades durante 3 anos e 6 meses, agora deixam de se falar. Funcionários das repartições públicas tomam um lado como vida e nele esquecem todas as suas obrigações funcionais.

As #Cidades quase param à medida que o pleito vai se aproximando. Provocações, falsas notícias, falácias politicas, jargões para que o grande "povo" possa se sentir acolhido e o mais importante, promessas que não se cumprirão devido às rígidas leis que as proíbem de serem executadas. Como devemos nos comportar neste cenário? Qual nosso papel enquanto cidadão de bem?

Será que a cada 4 anos temos essa necessidade de sermos os donos da razão? Razão esta que muitas vezes destrói relacionamentos fraternais, profissionais e acreditem, até familiares.

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Vejo que as eleições devem ser encaradas de forma diferente. Devemos encarar a politica como uma forma de fazer a caridade, de amor ao próximo, de cuidado com todos nós que somos parte da população. Essa é a politica sonhada para nossa célula social que engloba a pequena cidade.

Devemos criar raízes fortes sobre o que somos e o que queremos para tornar nossa cidade um lugar melhor, pois não adiantam grandes passeatas, manifestações por problemas no governo federal, se em nossa própria cidade há problemas latentes e importantes que devem ser resolvidos, e que muitas vezes viramos as costas como se fosse obrigação de outros.

Os questionamentos que devemos fazer ante a esta situação é o diferencial para que possamos encontrar soluções aceitáveis e rápidas para pequenos problemas que geram grandes consequências e muitas vezes podendo ser solucionados de forma pontual e local.

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Vejo que a índole deve ser a maior arma para que possamos blindar toda a comunidade de mazelas politiqueiras, e resguardar os que têm menos acesso à informações de uma cultura famigerada de promessas e magias administrativas. Devemos defender a verdade, mesmo que alguns nos olhem torto. Temos a obrigação moral de sermos honestos não somente conosco, mas também com toda uma sociedade em que estamos inseridos. #Opinião #Eleições 2016