Um grupo cristão dos #EUA está fazendo campanha para criminalizar a homossexualidade. Sim, você não leu errado. Um grupo cristão americano, do estado do Maine, chamado "Direitos iguais, não Direitos Especiais" está fazendo campanha para criminalizar a homossexualidade novamente.

O grupo, cujo nome é crassamente contraditório, foi criado por ex-líderes da Liga Cívica Cristã do Maine –  um grupo de advocacia conservadorista de extrema direita.

O líder do grupo, Michael Heath, disse: "A guerra começou depois de os cristãos terem sido "forçados" a aceitar o estilo de vida homossexual". 

"Direito iguais, não Direitos Especiais" está trabalhando para revogar a lei norte-americana que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo, e se opondo firmemente a qualquer grupo que se mostre condizente com a comunidade #LGBT.

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Não obstante, o primeiro movimento na campanha do grupo é pressionar pela retirada do direito que assegura aos cidadãos ter a livre escolha sobre sua própria orientação sexual da lista de direitos assegurados pelos Direitos Humanos do Maine, o qual previne homossexuais de sofrer discriminação dentro de empresas, moradias e locais públicos.

Heath disse: "Se esse direito é removido, o que acontece? É muito simplesmente. Algo se move. Um comportamento que pertence ao armário se move de volta para o armário".

O líder ainda continuou: "Há condutas que devem ser punidas, e o cristianismo ensina, sempre ensinou e ainda ensina, que certa  sodomia é um mal comportamento".

Um outro membro do grupo, Paul Madore, segurava um banner durante a assembléia que mostrava dois homens em uniforme militar se beijando.

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"Esses aqui são dois soldados, pelo menos um. Existe uma possibilidade de expressão sexual e homossexual tão aberta que é totalmente fora de linha para um país tão grandioso quanto os Estados Unidos da America!", disse Madore.

O grupo espera conseguir todas as assinaturas necessárias antes das eleições presidenciais de novembro. Se forem recebidas assinaturas suficientes, os cidadãos no Maine terão de vota novamente uma lei que já tem mais de 11 anos. #Homofobia