Em meio a toda essa crise que estamos vivendo em nosso país, o cenário político tem se aberto cada vez mais para novas ou antigas conjecturas. Nesse impasse desleal e cruel entre Direita e Esquerda, uns com discursos contra torturadores e outros com discursos contra terroristas, o nacionalismo tem sido destaque. Movimentos que não são de Direita e nem de Esquerda encontram vasto cenário para atuarem e o Integralismo é um desses movimentos.

No século passado, com a AIB ( Acção Integralista Brasileira) o movimento reunia numerosas massas nas ruas, sendo o melhor candidato para resolver os problemas políticos-socais do Brasil, se não fossem a ditadura Getulista, e, pouco tempo depois, a Ditadura dos Militares que perdurou por 21 anos, período este no qual o Integralismo estava proibido, e no qual muitos integralistas foram perseguidos e mortos.

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Com o fim do regime militar em 85, os Integralistas, assim como os demais agentes políticos outrora escusos da sociedade pelos militares, puderam voltar a respirar e repensar seus projetos, valores e propósitos para a construção de uma nova nação brasileira. Assim sendo, em 1989, quatro anos após o fim da ditadura, os Integralistas se reuniram na simbólica cidade de Niterói (Outrora Capital do Estado Brasileiro). Nesta reunião, o movimento que nunca fora extinto desde a sua fundação, firmou suas diretrizes para o futuro, reunindo-se através de ongs, até que, no ano de 2004, acontece um grande encontro integralista e, ali, em meio a algumas discussões acerca da política atual , entre outras coisas,  surge a FIB ( Frente Integralista Brasileira) que hoje tem mais de 30 núcleos espalhados por todo o país.

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Recentemente, fora criada a FIAM (Frente Integralista Amazonense) um núcleo ativo da FIB no Amazonas, e uma de suas bandeiras é a defesa da floresta e da cultura do povo amazônico.

A foto de capa desta matéria apresenta dois integralistas numa manifestação ocorrida no Rio de Janeiro, no final do ano de 2014. O caráter da manifestação era pró-impeachment da então presidente da República, Dilma Russeff. Consta ainda que, além de ações práticas nas ruas, os integralistas tem um site na internet (www.integralismo.org.br) no qual é possível conhecer a história do movimento, seus valores e ideais, além da possibilidade de solicitação de filiação ao movimento que defende a Bandeira do Patriotismo e aquele bordão sempre atual: "Deus - Pátria e Família". #Governo #Blasting News Brasil #Crise-de-governo