Em tempos de crise a necessidade de diferenciais para continuar tendo oportunidades de trabalho é imensa.

Existem princípios de caráter que fazem toda a diferença e que podem tornar-se uma ferramenta para a eficácia no trabalho e na vida. Um deles é a proatividade. Mas o que é isso?

Ser proativo implica em ser responsável por sua própria vida. Em outras palavras, não ser levado constantemente pelas circunstâncias. Um exemplo disso são as pessoas que, independente da situação em que se encontram, conseguem entender que perder a cabeça ou perder a paciência não depende da atitude do outro, mas de decisões tomadas conscientemente, no sentido de pensar antes de falar, de entender que controlamos nosso temperamento e deixamos que o outro perca a cabeça sozinho.

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Não parece ser fácil se a decisão de explodir acontece enquanto as pessoas são provocadas à ira, mas é possível se a decisão for tomada antes das crises.

Da mesma forma, a pessoa proativa procura fazer primeiro as coisas de que menos gosta, coisas que normalmente seriam deixadas pra depois pela maioria. Não culpam as circunstâncias da vida por seus fracassos. Não fazem as coisas porque têm que fazer mas porque escolhem fazer.

Ao assumir a responsabilidade por suas decisões e circunstâncias, a pessoa proativa sente-se livre para mudar; concentra-se no que pode ser mudado, não nas preocupações, nas fraquezas dos outros ou no ambiente.

A proatividade diante da crise faz com que as pessoas busquem alternativas para seus #Negócios e encontrem saídas. Este princípio é explicado no livro "Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes", de Stephen Covey.

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O autor fala de vários princípios que podem ser desenvolvidos na vida e que farão uma diferença muito maior do que o pensamento positivo, por exemplo, por tratar-se de mudar não somente o pensamento, mas a maneira como vemos a vida e como decidimos antecipadamente reagir.

Um exemplo da aplicação desse princípio em meio a crise em que vivemos é o de um comerciante, o Ney, tapeceiro de muito sucesso no ramo automobilístico. Muitos de seus carros chegaram a ser mostrados em programas de televisão, e trabalhou com pessoas de muita fama e dinheiro. Porém, com a crise que afetou muito o setor de automóveis, seu negócio precisou ser fechado.

Em meio a dívidas e dificuldades, ele decidiu começar a trabalhar com algo de que nem gostava muito, reforma de sofás. Aprendeu a reformar móveis antigos, adquiriu uma máquina para limpeza de sofás e colchões; levou seu negócio para um local de locação mais barato e passou a divulgar seu trabalho pela internet.

Assim, em plena crise ele tem feito novos contratos, tem conseguido pagar suas dívidas e ainda ajuda, empregando outras pessoas que estavam desempregadas.

Reclamar da crise é uma opção. Adaptar-se e mudar pode ser a saída! #Desemprego #Crise econômica