O abuso sexual infantil possui um número muito elevado em todo lugar do mundo. Em 2015, o Disque 100 recebeu mais de 4 mil denúncias de violência sexual só no primeiro trimestre do ano. O abuso sexual pode vir de várias formas: força física, sedução, ameaças ou usar uma criança para satisfazer os desejos sexuais.

Confiar nas pessoas tornou-se algo complicado quando é necessário um pai ou uma mãe ter que deixar seus filhos em casa para trabalhar. E quando você pensa que a preocupação pode estar somente em casa, com alguém que você contratou para cuidar de seus filhos, se engana. O perigo pode também estar em outros lugares que talvez você nem imagine, como, por exemplo, na #Escola.

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A escola, o lugar que deveria ser seguro e trazer tranquilidade para os pais, tornou-se alvo de pedófobos psicóticos. O exemplo disso foi o que aconteceu em uma cidade chamada Coronel Vivida, no Paraná, e chocou a população local.

Um professor, que deveria ser exemplo para seus alunos, cometeu um dos mais absurdos crimes, a pedofilia. Sabe-se lá por quantos anos, e quantas vítimas, passaram pelas mãos desse monstro, pois só agora o fato foi revelado. Ele, que já lecionava ha 22 anos em uma escola particular, conforme relata o Correio 24 Horas, foi acusado de trocar resultados das provas por sexo.

Tudo aconteceu quando alguns resultados de provas começaram a vazar, o que chamou a atenção para uma possível invasão de hacker nos computadores da escola, o que levou a uma denúncia a polícia.

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Durante a investigação feita pela polícia, foi descoberto que as provas não tinham sido hackeadas, e sim um professor teria passado os resultados delas em troca de manter relações sexuais com alunos. De acordo com o relato de um aluno, o professor teria até mesmo oferecido o resultado de uma prova que seria ainda aplicada se eles tivessem relação sexual. O aluno, indignado, procurou a direção da escola.

O acusado também foi investigado em várias redes sociais, em que foi descoberto que ele mantinha perfis falsos para poder conversar com crianças de 13 a 15 anos. Em depoimento, o professor confessou todos os crimes, e ainda disse que tinha feito relações sexuais com alguns adolescentes em troca de dinheiro. Ele foi preso em flagrante. #Crime #Casos de polícia