O deputado federal Marco Feliciano (#PSC-SP) foi acusado pela jornalista Patricia Lélis de 22 anos, de tê-la agredido e violentado.

A notícia foi publicada em todos os sites, jornais e telejornais do país, levando milhões de brasileiros a duvidarem da versão contada pela jornalista. Isso porque Feliciano além de deputado federal, é pastor evangélico, e se isso for de fato verdade, sua vida ministerial estará em ruínas. Será mesmo que Marco Feliciano iria colocar tudo o que conquistou em risco?

Na tarde desse sábado (06), Feliciano publicou em sua página no Facebook um vídeo em que aparece ao lado da esposa. Ele conta que perdoa a moça pela denuncia que chama de falsa e agradece ao apoio da família que esteve (e está) ao seu lado, apesar de tudo.

As investigações sobre o caso continuam e ainda existe possíveis 5 razões para acreditar que Feliciano pode ser culpado.

Porque o chefe de gabinete pediu que a moça negasse o fato?

Aquela velha máxima de "quem não deve, não teme" nos traz uma reflexão sobre o fato do chefe de gabinete de Feliciano, o também pastor Talma Bauer, ter procurado a jovem e pedir que ela abafasse o caso e não levasse adiante. Por que fazer isso já que ele alega ser inocente?

Ele disse que ela quem o assediava via Whatsapp, então por que ele continuava falando com ela?

O deputado divulgou por meio do site gospel Prime prints de conversa entre ele e a jovem, alegando que ela o assediava. Ele mostrou que ela passou a mandar fotos sensuais e que tentava manter relações com ele. No entanto, por que ele não a bloqueou no whatsapp? Pelo contrário, foram dias e mais dias de conversas, mesmo depois do assédio supostamente sofrido.

Feliciano não negou que seja culpado

No vídeo divulgado pelo deputado em que aparece ao lado da esposa, ele não é categórico ao negar o fato. Ele fala da família, fala que perdoa a moça, diz que confia na Justiça, porém em momento algum nega que tenha feito alguma coisa contra ela.

Marisa Lobo foi citada no áudio, mas até o momento não negou que tenha procurado a jovem

A psicóloga Marisa Lobo foi citada no áudio e, segundo Patricia, ela a procurou a pedido do deputado, a fim de convencê-la a se calar sobre o suposto crime. Mesmo tendo o nome citado, Marisa Lobo não se pronunciou sobre o caso. Ela é candidata a vereadora por Curitiba e seria normal que se defendesse da acusação para não expor seu nome.

O PSC não negou as acusações contra o presidente do partido

Patricia Lélis revelou em depoimento que teria conversado diretamente com o pastor Everaldo, presidente do PSC. Ele a teria ameaçado de morte caso continuasse a acusar Feliciano. Isso é uma acusação muito grave contra o presidente de um partido e é de se esperar que alguma nota fosse publicada em defesa do PSC. No entanto, no Facebook do partido, tem uma nota oficial afirmando que as acusações contra o deputado Marco Feliciano serão apuradas, mas nenhuma negativa. #MarcoFeliciano #Política