A essa altura você também já ouviu falar sobre o famosinho jogo do momento "Pokémon Go". O game foi o mais esperado dos últimos tempos pelos brasileiros, já que, fora do Brasil, o jogo foi liberado antes, deixando os brasileiros ainda mais curiosos e ansiosos com sua chegada. Depois de tantas datas falsas para a liberação do jogo, em agosto de 2016, o game finalmente foi liberado no Brasil, para a alegria de muitos e indignação de outros. Mas você deve estar se perguntando por que um simples game gerou tanta revolta na web? Mas, antes, vamos explicar, basicamente, como o jogo funciona.

Desenvolvido pela empresa Niantic, o jogo consiste em uma verdadeira caça a pokémons, gerando interação de ficção com realidade.

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Os pokémons surgem em pontos estratégicos e podem ser encontrados em qualquer lugar, por essa razão, o jogo utiliza o localizador do seu smartphone, para indicar os locais onde estes 'bichinhos' se encontram. Com o auxilio da câmera, é possível encontrar pokémons em cima da sua TV, no seu banheiro, no fogão, dentre outros lugares nada convencionais.

Após a chegada do game, foi comum vermos pessoas saindo às ruas com o celular nas mãos, em busca dos seus pokémons.

Tal atitude revoltou algumas pessoas, o que dividiu o jogo entre os que aprovam a nova febre e os que não aprovam. E, não somente não aprovam, como fazem ligação do mesmo a teorias satânicas.

O jogo exige que a pessoa saia de casa em busca dos pokémons, pois é chegado momento em que em casa já não se encontra mais nenhum, por essa razão, as pessoas saem à caça nas ruas.

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O que ocorre é que existem pessoas que esquecem da vida com o tal jogo nas mãos e, muitas vezes, não se dão conta de que estão em lugares perigosos, como no meio da rua ou em beira de rios e até mesmo dirigindo. Ou seja, a distração com o jogo pode sim custar sua vida.

Mas a verdade é que o jogo em si não causa acidentes, tampouco mortes, o que pode causar óbito é a irresponsabilidade de quem joga. Mas os fanáticos religiosos já denominaram o jogo como 'jogo do diabo'.

Há, porém, um outro lado da história. Este bastante animador. Pessoas que não saíam de casa, ou por não gostarem ou por algum tipo de doença, como o autismo, passaram a socializar, a se animar para andar pelas ruas e se deparar com outros jogadores de Pokémon Go. Há relatos de pais de crianças autistas afirmando os benefícios que o jogo trouxe, mudando a vida destas crianças.

Fato é que o jogo ainda segue dividindo opiniões e, independente de qual seja a sua, deve haver respeito de ambas as partes, tanto de quem apoia quanto de quem critica.

Por fim, segue um conselho bastante válido. Se gostar do jogo baixe e divirta-se, se não gostar, não baixe. Não há necessidade de ofensas gratuitas na web por conta de um game. #pokemongo #Curiosidades #Games