O famoso dramaturgo e escritor inglês William Shakespeare disse em certa ocasião que “há mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia”, o que poderia facilmente fazer alusão ao mistério em torno de Barsa-Kelmes, que é uma das mais de 1.500 ilhas existentes no Mar Aral, Ásia Central, que pertencia a ex-URSS. No idioma cazaque o nome da ilha traduzido significa "terra sem retorno", e há motivos intrigantes para que de fato a ilhota seja chamada assim. 

Há décadas, Barsa-Kelmes não tem habitantes e as condições climáticas locais, como que para proporcionar uma pitada de mistério, envolvem a topografia em uma névoa espessa e constante.

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Há tantos fenômenos que por lá acontecem que os moradores que estão um pouco mais próximos da ilha insistem em afirmar que o local em si é uma rota ou passagem entre diferentes dimensões

Fato é que grande parte das pessoas que resolveram ir para o interior da ilha, ou mesmo navegar ao seu redor, nunca mais foram encontradas e não se sabe dos seus paradeiros. 

Existem relatos passados de geração em geração que, no século XIII, os invasores mongóis dominaram toda aquela região e Barsa-Kelmes serviu como refúgio para se escapar dos ferozes conquistadores, mas quando esses indivíduos retornaram ao continente, tudo estava tão diferente do que foi deixad que os nativos pensaram que tinham estado dezenas de anos na ilha, mas acontece que eles só ficaram lá por alguns meses. 

Outro dado curioso aconteceu em 1959, porque a ilha costuma ser mais quente do que a área circundante, e por isso no gélido inverno daquele ano, alguns habitantes cazaques tiveram a ideia de transformar o pedaço de terra em uma espécie de abrigo.

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Quando chegou finalmente a primavera, essas mesmas pessoas não retornaram, preocupando aos parentes, os quais foram buscar as primeiras pessoas na ilha, metade ficou na costa e a outra parte adentrou a ilhota. O que aconteceu é que o grupo que foi para o interior nunca mais foi visto. 

Os do grupo de busca que restaram, acionaram as autoridades soviéticas da época, que enviaram um avião para fazer buscas sobre o arquipélago, só que todos os instrumentos de navegação da aeronave sofreram pane quando essa sobrevoou o local. 

Os 2 tripulantes até foram capazes de pousar em situação de emergência na ilha e disseram ter visto objetos de formato elíptico que flutuavam dentro e fora da espessa névoa antes de ficarem incomunicáveis. Os soviéticos logo após isso enviaram um tanque conectado a um longo cabo de aço, onde os militares não deveriam sair do interior do blindado; todavia, o rádio silenciou-se e quando o tanque foi “içado” à costa, não havia ninguém no seu interior e o mesmo estava revestido por uma camada de gelo, que conforme amostras recolhidas, não se conseguiu identificar o que era a substância. 

Outros viajantes disseram ter avistado edifícios estranhos em um dia e no dia posterior, ao voltar ao local, tudo havia desaparecido.

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Em 1991, foi idealizada uma expedição elaborada de pesquisa da região, mas com o fim do império soviético, a empreitada foi abandonada. 

Será que Barsa-Kelmes é uma base avançada de extraterrestres, o que há de metafísico na região, o que aconteceu com todas as pessoas que desapareceram na ilha? São algumas das perguntas que não puderam ser respondidas até o momento, ainda mais que o governo local mediante tantos incidentes e enigmas, suspendeu o acesso a ilha. Enfim, acredite quem quiser. #Curiosidades #Desenvolvimento Tecnológico #Morte