Terminada mais uma edição dos Jogos Olímpicos, fica uma sensação de alívio em relação à segurança durante a realização do evento e um misto de alegria e frustrações no que diz respeito ao sucesso de atletas brasileiros competindo em seu país. No quesito segurança, vamos novamente torcer para que após as #Olimpíadas, a Cidade Maravilhosa se torne segura e tranquila para seus moradores e visitantes, o que sinceramente acho difícil, em razão da falta de vontade política fora dos eventos e da corrupção de policiais que tem um misero salário, mas como diz o samba "Sonhar não custa nada".

Sobre sucessos e insucessos  nos jogos, temos que salientar os até então desconhecidos do público, como Isaquias Queiroz, da canoagem, que foi o maior medalhista brasileiro em uma edição dos Jogos e o atleta do salto com vara, Thiago Braz, que, iluminado por Deus, como mesmo disse, teve a intuição para ser campeão.

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Como decepção, as derrotas do vôlei feminino e handebol feminino, jogando muito na primeira fase e deixando a desejar nos mata-matas.

 Mas o nosso foco aqui é mostrar que esse ufanismo feito pela mídia e pelos dirigentes do COB (comitê olímpico brasileiro) e confederações esportivas poderia e deveria ser muito além do que aconteceu  nesses jogos. Terminar em décimo terceiro com sete medalhas de ouro pode ser a melhor marca até hoje, mas para um país com mais de duzentos milhões de habitantes, é muito pouco.

E onde está o erro, ou melhor, como podemos acertar e ser do primeiro mundo do #Esporte em geral? A resposta é bem simples: valorização do esporte na escola. Os governos federal, municipais e estaduais têm que ter, entre seus cargos de confiança, profissionais que entendam do esporte educacional e investir na infraestrutura para que tenhamos melhores resultados.

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Construir quadras e pistas de atletismo, piscinas de vinte e cinco metros, materiais para a prática de esportes, valorizar o professor com cursos e salários melhores, ter uma segunda etapa na escola com treinamentos esportivos, além da Educação Física, são fatores que auxiliariam a descobrir novos  talentos, além de afastar as crianças da criminalidade.

Vamos para Tóquio em 2020, torcendo para que essa minha utopia deixe de ser utopia e que as pessoas que detém o poder no país (incluindo a mídia) pensem grande e invistam no atleta desde a base até o profissionalismo.

E que venham mais medalhas... #Brasil