Imagens de uma #criança com o rosto marcado por agressões têm circulado pelas redes sociais solicitando denúncia aos pais. O motivo é que a criança teria feito xixi na cama e, com fins educativos, teria sido espancada. Claramente, o motivo não explica as agressões, conquanto, as delações certamente são necessárias: abuso e maus-tratos de incapaz é crime regido por lei perante o Estatuto da Criança e do Adolescente. Os pais devem ser presos e indiciados pelo crime para evitar que a situação se repita. Disciplinar uma criança por este meio é ineficaz e compromete o psicológico, no futuro, certamente, haverá indícios disso. 

Agressão não é educação

O caso aconteceu no Amazonas, no dia 12/08/16.

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Os pais alegaram ao policiais que estavam educando a filha mas, no entanto, agredir uma criança não se enquadra no ato de ensinar. Você que tem um(a) filho(a) não o educaria dessa maneira. Talvez uma bronca ou até uma palmada seja plausível, mas tamanha #agressão é inexplicável. Como notado, os pais não possuem mentalidade para ter a guarda da criança e, por esse motivo, a criança foi direcionada ao Instituto da Criança do Amazonas e permanecerá lá até que algum parente com condições possa ajudá-la. Com certeza, quem mais sofre nessa situação é a pequenina que, além de ter sido espancada, terá que se acostumar com seu novo lar. 

A maldade dos pais

Crianças ainda estão em estado de desenvolvimento, a infância é a fase pura do ser humano, época em que não há maldade no pensamento. Evidentemente os petizes possuem dificuldades em discernir o certo do errado, logo, fica claro que ela não urinou na cama por provocação. Os pais são maiores penais e possuem ciência de seus atos, a crueldade com a pena que aplicaram foi extrema, as marcas evidenciam o crime.

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A fácil capacidade que têm uma pessoa adulta de praticar o que é ruim, agrupado à intolerância, torna a coletividade uma vivência penosa: o ato cometido foi inexplicável. Agressões são incompreensíveis em qualquer caso e ainda têm efeito agravante em caso de execução a incapazes.