O termo “hobby” significa passatempo preferido ou qualquer atividade praticada com prazer. Por ser linguista considero interessante observar que a palavra “hobby” surgiu exatamente do termo “hobyn”, oriundo do inglês arcaico, e seu significado, por incrível que pareça, era cavalo pequeno, apesar da palavra hobbyhouse ser utilizada no século XVI para nomear os pequenos cavalinhos de madeira, que naquela época viraram moda entre as inúmeras brincadeiras de crianças. Em pleno século XXI essas atividades prazerosas vem ganhando forma e adeptos diferentes.

Quem não tem um hobby?

São inúmeras as brincadeiras listadas classificadas como hobby.

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Umas não tão dispendiosas, outras bem mais elitizadas, mas todas servem para promover, no geral, momentos de desenvolvimento, entretenimento e diversão para aqueles que buscam tê-los. Também é possível afirmar que manter um  “hobby” alivia a sobrecarga do estresse, por exemplo, e oferece inúmeras possibilidades de aprendizado, crescimento pessoal e profissional, contribuindo assim para o bem-estar em geral.

É fato que alguns chamam atenção por serem mais restritos, como no caso do aeromodelismo. Pequenos aviões ganhando o céu em busca de liberdade. Um hobby caro mas, para alguns praticantes desse voo, um custo que vale a pena exatamente pelos inúmeros benefícios desse passatempo.

Independente do valor da brincadeira ou o tempo de duração, esses pequenos passatempos que chamamos de “hobby” são responsáveis muitas vezes por grande transformação no universo do ser humano, proporcionando prazer e nos tornando pessoas - independentemente da idade - mais seguras, felizes e realizadas.

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Lembrei de uma reportagem que li sobre um garoto de apenas 10 anos, Vitor Gabriel Moraes, que mostrou na prática que não existe idade para manter um hobby. Durante um evento promovido pela Associação de Modelismo Amurel, ele fez acrobacias surpreendentes e confessou que a paixão por aeromodelos surgiu por meio do pai que aeromodelava com brilho nos olhos.

O aeromodelismo ainda está longe de ser meu hobby, mas confesso que desde o primeiro momento que fui apresentada à essa brincadeira ela exerceu sobre mim um enorme fascínio e uma incontida curiosidade que levou-me a pesquisar esse universo e entender melhor o brilho nos olhos daqueles que optaram por essa diversão.

Por fim, não posso deixar de afirmar que o hobby, apesar de para alguns se tornar inebriante, é uma excelente ferramenta para o ser humano de autoconhecimento, reflexão e desenvolvimento. E como não tê-lo?

E quanto ao aeromodelismo? Esse quem sabe um dia será um dos meus hobby. #Opinião