A inglesa Kirsty Wightman, de 28 anos, estava nas suas últimas semanas de gravidez, o momento mais que especial na vida de qualquer mulher que quer ser mãe, quando recebeu uma sombra de incerteza e medo com a notícia que lhe chegou. Kirsty havia sido diagnosticada com um câncer terminal ao final de sua segunda gravidez.

O parto não aconteceu como esperado, a criança teve que vir ao mundo 9 semanas antes do planejado para que ela iniciasse depressa seu tratamento. Kirsty não lutava contra o câncer apenas por desejar se curar, ela lutava para se manter viva o máximo de tempo possível para seus filhos.

Houveram chances de os médicos terem identificado o câncer crescente nela, mas infelizmente isso não aconteceu, o câncer então foi crescendo silenciosamente assim como a gravidez.

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Aos três meses de gestação, Kirsty encontrou o primeiro sinal do câncer, uma elevação do tamanho de uma tangerina em seu peito, ela foi ao hospital para verificar, mas os médicos a mandaram de volta para a casa dizendo ser algo normal da gravidez.

Exausta e com dores nas costas ela voltou ao hospital, para mais uma vez ser dispensada pelos médicos que insistiam em dizer que se tratava apenas de sintomas normais da gravidez. Foi em 2015 que ela recebeu a notícia de que o câncer silencioso havia se espalhado por sua coluna, e que naquele momento já não havia muito o que fazer a respeito, o câncer era terminal.

Assim, foi submetida a um parto prematuro para que pudesse ser feita a cirurgia de retirada do tumor, e para que se iniciasse os tratamentos de quimioterapia e radioterapia. Sua filha, apesar de prematura, nasceu com saúde e não foi afetada pelo câncer.

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O prognóstico de Kirsty não é bom, foram dados a ela três anos de vida aproximadamente, mas a inglesa está determinada a mostrar para a medicina que pode sobreviver mais tempo que isso.

Ela mantém um diário e faz álbuns de fotografia para que seus filhos possam se lembrar dela e conhecê-la quando ela não estiver mais aqui. Kirsty vive um dia de cada vez na sua luta, sempre cuidando e amando seu filho e sua filha que são seus maiores incentivos para não desistir dessa batalha. #cancer #Maternidade