Segundo estudos da psicologia analítica, a “persona”(que eram máscaras para teatros na Roma Antiga), são arquétipos associados ao comportamento de contato exterior. São necessárias adaptações para que o agente seja aceito dentro do seu meio social. Vale lembrar que o arquétipo é um modelo ou padrão passível de ser reproduzido, ou seja, é um tipo de personalidade construída a partir de um modelo a ser usado.

Essa “persona” se distingue de duas maneiras: a positiva, associada a possibilidade de adaptação do sujeito ao meio social (digamos, a moral vigente). E a negativa, quando o “eu” se identifica com a “persona” fazendo com que, o sujeito se distancie e desconheça a sua própria personalidade, sua alma.

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O que vimos é que a “persona” depende muito daquilo que acredita. Mas nem sempre, o que se acredita possa existir de fato, pois, a existência de um fato não quer dizer que aquele fato seja verdadeiro. Na #Religião isso acontece frequentemente, porque há dentro da imagem do pastor ou padre, que é “imaculada” e não pode ser mexida. Como, por exemplo, o padre que foi preso por andar de camiseta, cueca e meias:

 

 

Mesmo com essas imagens, os fiéis defendem o sacerdote por causa da imagem imaculada dentro da própria religião. Mas o que dizer da conduta moral que padres e pastores condenam e fazem o mesmo? A ideia do #pecado é a personificação da falta da conduta moral que o agente quer passar, que muitos psicólogos e analistas, julgam ser nossa verdadeira personalidade e dentro dessa mesma personalidade, pode ter dois arquétipos.

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Então, como identificar o arquétipo que ofusca uma visão mais detalhada da realidade? Podemos trazer um outro exemplo, como o caso do pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) que é acusado de tentativa de estupro, que algumas personalidades televisivas, já julgam ser mentirosas essas acusações. Cabe aos fatos serem apurados, que não temos nada ainda, apenas tentativas de acobertar e abafar uma situação que ainda não sabemos a verdade.

Assim como o padre, o pastor tem a “persona” que ele monta e coloca como uma conduta, um arquétipo de um homem moral e integro que muitas vezes, não existe. A ideia do pecado é a ideia da falta com alguma divindade (Deus), mas, pelo que vimos, o arquétipo do pastor e do padre não peca nunca e isso é uma atitude quase incoerente. Mas, sempre se deve defender a coerência de seguir verdadeiramente um preceito religioso, seguir as regras conforme diz a religião, pois, isso se chama ortodoxia. Assim seria ético, assim seria moral, assim seria certo.

Como Pilatos perguntou a Cristo: o que é a verdade? O silêncio foi a resposta.

  #Crime