O dia 02 de outubro se aproxima! Estamos na chamada reta final das campanhas eleitorais. Como de costume, as campanhas se acirram e, com elas, os ânimos dos que vivem essa época como se fosse uma final de campeonato mundial.

De alguma forma somos todos afetados: há aqueles que não gostam desse momento, pois, é obrigado a conviver com a poluição gerada (visual e auditiva); há aqueles que não acreditam na #Política, pois entram e saem prefeitos e vereadores e suas vidas continuam na mesma; há também aqueles que sentem que “seu time vai ganhar”, pois é o favorito nas pesquisas.

Realmente, chegar em casa, após um dia cansativo de trabalho e se deparar com seu quintal abarrotado de panfletos, jogados ali sem sua permissão é decepcionante.

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Realmente, na maioria das vezes, os políticos nos visitam apenas neste período e nos próximos quatro anos, mal erguem suas mãos ao cruzar conosco pelas ruas e, quando o fazem, fazem de forma robotizada. Realmente, ver seu candidato eleito traz uma satisfação pessoal. Somos humanos e todos esses sentimentos são inerentes a essa condição. Mas, estamos encarando este momento como deveríamos? Estamos nos preparando para votar utilizando os valores corretos? Afinal, estaremos elegendo quem diretamente influenciará nossas vidas!

Se você é daqueles que acredita que não depende de política, não se engane. Ao entortar uma roda de um carro após passar por um buraco asfáltico, acredite: há política naquele buraco!

O fato é que, nesta reta final, inúmeros fatos surgem para tentar mudar a opinião dos eleitores.

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Fatos verídicos? Talvez! Inverídicos, plantados ou forjados? Muitos! E de que lado? De todos os lados! É frustrante ver isso ocorrer. Parece que de todos os lados, existem os preparados para estes fins. E o pior é que este tipo de artifício surte efeito mesmo. É público e notório viradas históricas nos pleitos, por conta destes expedientes.

E por que os cidadãos se deixam levar por esses fatos? Por que se deixam manobrar tão facilmente? Quantos bons candidatos (bons pais, maridos, irmãos, amigos, trabalhadores, honestos, dedicados, ...) deixaram de ser eleitos, pois, foram “alvejados” por factoides e perderam as eleições. Na verdade, quem perde é o eleitor, pois, os beneficiados por estes acontecimentos, normalmente, serão os eleitos e, se são capazes de tais artimanhas para vencer seus oponentes, demonstram ter um perfil inescrupuloso e, sendo assim, não faltarão oportunidades em seus cargos públicos para praticarem seus “dons”.

Um bom candidato, antes de tudo, tem de ser uma boa pessoa (no sentido mais amplo da palavra). Uma boa pessoa não se beneficia da desgraça alheia; não usa as falhas dos outros para benefício próprio, antes, tenta ajudar o outro em suas falhas.

Parece utopia? Sim! Mas, a realidade que vivemos precisa ser a força motriz para alavancar as mudanças que precisamos e isso só será possível se pensarmos e agirmos de forma diferente. Então, se permita ser utópico. #PenseDiferente #HoradeMudar