Depois de aprovado o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, na tarde de quarta-feira (31), começaram os protestos contra a decisão do Senado e contra o governo de Michel Temer. As manifestações ocorreram em Brasília e se espalharam por mais de dez Estados. Em algumas cidades os protestos terminaram em quebra-quebra e vandalismo, causando prejuízos a municípios, comércio e agências bancárias, além de deixar feridos policiais e civis.

Exemplos da violência

Convocados através de redes sociais pela Frente Brasil Popular e pelo movimento Povo Sem Medo, pessoas contra o #Impeachment foram às ruas e o que se viu foi muita violência.

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Em São Paulo já são 5 dias de protestos. Reunidos inicialmente na Av. Paulista, no dia 31 de agosto, os confrontos começaram entre grupos contra e a favor do impeachment. A polícia militar reagiu com o intuito de dispersar a multidão, lançando bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral, o que desencadeou um grande conflito. Pedras e outros objetos foram lançados contra policiais e vitrines. Um carro da Polícia Civil foi destruído. E isto continua a se repetir. No quinto dia, desta vez na Zona Oeste da capital paulista, vitrines de lojas e uma concessionária de veículos foram destruídas.

Em Porto Alegre, os protestos também continuaram. Contêineres de lixo da prefeitura foram virados, incendiados e pichados, e a sede do PMDB foi invadida e depredada. Vitrines de lojas e agências bancárias foram quebradas.

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Com bombas de gás e balas de borracha, a PM tentou dispersar os grupos, que continuaram causando destruição desde o centro da cidade até alguns bairros por onde passaram.

O direito legal à #Manifestação

O direito à manifestação é, sem dúvida, parte da democracia e está previsto na Constituição. O que ocorre, no entanto, ultrapassa o aceitável. Ao colocarem vidas em risco e depredarem patrimônios público e privado, os chamados manifestantes perdem a razão e a notícia. Ao invés de simpatia às suas causas e reivindicações, obtêm o antagonismo por parte da maioria da população, consciente, por fim, de que pagará a conta.