Por muito tempo, o Brasil confiou em um filho da terra e em um partido que afirmava ser um defensor da terra e de seus trabalhadores. Um sonho nacional se realizava, que era ver um representante do povo, em essência a imagem do povo, em um lugar de evidência, nunca antes esperado por um homem que era do povo. Esse lugar era a presidência da nação. Esse homem aparentemente inculto e simples levou os brasileiros a se verem no poder, como a democracia assim deve ser.

Os anos se passaram e esse herói nacional colocou no poder uma mulher que representava a continuidade do sonho democrático, que é ver gente como a gente decidindo pela gente, pois entende perfeitamente aquilo que somos e precisamos.

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Neste período de satisfação popular existia uma voz no deserto que difamava nossos heróis, alegando que eles na realidade eram malfeitores e enganavam a nação, por sua história de terrorismo, luta armada e por roubalheiras, que praticaram no exercício do poder.

Esse louco ousava desafiar a vontade popular e macular a imagem de quem era simplesmente intocável em sua vida pública e privada. Esse homem de direita era apenas mais um nazista que se levantava contra o movimento progressista e revolucionário, que invadia as democracias da América do Sul.

Esse nome que não se pode pronunciar insistia em continuar gritando aos sete ventos que tudo era uma mentira e que o passado de nossos heróis era um mar de lamas e que a história colocaria os pingos nas letras certas e que a verdade prevaleceria, apesar do poder do estado e do partido que nossos heróis eram representantes.

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Parece um filme de ficção, mas esse homem com cara de nazista começou a se mostrar um nacionalista, defensor da moral e dos bons costumes, da família, da religião, se opondo a todos delinquentes e combatendo seus delitos. Esse cidadão, que tem o nome que não se pode falar, pois vem à boca a necessidade de cuspir, pois o sentimento de repulsa interior é insuportável, diante de tão degradável arrogância humana, pois o mesmo se coloca como padrão de moral e ética.

Quem tem medo de Bolsonaro?

Nesse momento histórico onde o nacionalismo aflora de forma efervescente em todas as classes sociais, percebemos que da mesma forma que a história em seus altos e baixos alterna o poder, nos mostra que os valores da nação estão mudando, pois uma enxurrada de água forte, como um lava jato de posto de gasolina, que tira a sujeira forte com facilidade, vem limpando a política nacional e mudando o cenário da esquerda, trazendo à evidência uma nova ideologia, que também é velha, mas com uma nova roupagem, mostrando-se como salvadora da pátria.

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Por esse entendimento podemos perceber que Bolsonaro é apenas a ponta do iceberg, pois outros também ousaram gritar no deserto e invadir as cidades com suas promessas proféticas de um novo salvador nacional.

Espero que a história não se repita, pois embora mudem os heróis e o poder, a nação ainda deseja descansar em berço esplêndido e deixar de ser uma promessa no cenário mundial e de ser conhecida realmente, como um gigante, mas um gigante que acordou.

Quem tem medo de Bolsonaro? Esse é o grande desafio nacional, pois quem não deve, não teme, e na atualidade verificamos que o acerto de contas chegou no cenário político, espantando o medo e firmando a verdade dos fatos. #Lula #Dilma Rousseff #Jair Bolsonaro