A data de hoje será marcada pelos tradicionais desfiles cívicos e nesta oportunidade também por protestos. A nação está dividida sobre uma união durou quatro anos, com apoio e votos.

No começo parecia estável a parceria, contava com aval da população. As duas siglas, juntas, dominavam o poder, projetos eram feitos em acordos. Tudo transcorria de forma quase harmônica - ao menos não passava ao povo que havia divergências. 

Tinha uma estrela e um coadjuvante, papéis definidos e fixos. Tanto que foi tentada a manutenção. Nova oportunidade, novamente nas urnas, os brasileiros em maioria incentivaram a continuidade da relação.

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Seria um período idêntico ao primeiro, mas nessa ocasião teve rompimento. Até cartinha de tristeza: "Sou apenas decorativo." 

Os padrinhos se dividiram, alguns continuaram com a estrela. Outros se juntaram ao coadjuvante e os contrários a união, O movimento cresceu, gritos e manifestações nas ruas também. Assim a estrela foi ficando isolada. A situação virou oposição. Cada passo articulado - divisão no país. Discussões e atritos, fanatismo e ódio nos dois lados. Em votação dos 81 senadores, alternância na presidência.

Após menos de uma semana, dia da independência do #Brasil. Formalismo do dia, vai ser quebrado por gritos, faixas e cartazes dos populares. Na democracia, a palavra golpe pode ser usada de maneira livre. Sempre um cidadão se sente injustiçado com algo, que considera equivocado. Somos um país democrático, não podemos excluir, nem trancar som do povo.

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Cada um tenha autonomia para se expor, sobre certo ou errado. Sem receios dos militares, afinal estão apenas desfilando.

A ditadura e o período no qual o país esteve no regime militar, já passaram. Questionamentos são necessários e essenciais para manter a democracia. Assim como antes, gritaram pela saída da presidente. Tiveram espaço, liberdade para se manifestarem, sem qualquer uso de força do estado para conter as vozes. Agora, os gritos questionam o impeachment, o atual governo, não pode tentar impedir com violência, as manifestações contrárias. Neste processo independente da escolha, a democracia não pode temer! #Dilma Rousseff #Política